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    <title>892cd828</title>
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    <item>
      <title>A diversidade do vinho: liberte-se da ditadura de gosto</title>
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      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O vinho é dos poucos produtos possuidores de considerável diversidade. Seja de cores, de estilos, de conceitos, de temperamentos, doces, secos, leves, encorpados, que envelhecem ou para beber logo que estejam prontos. Por isso uma "ditadura" do gosto é desnecessária.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acredito sermos uns sortudos em ter tanta diversidade à disposição. Temo-los para comer com isto ou aquilo, para beber a sós ou com companhia, à beira a piscina ou mesa requintada, em celebração ou afogar mágoas, alívio de tensão ou apenas pelo prazer de o beber. E para momento há o vinho adequado, ou aquele que nos apetece, porque sim. Tal como há aqueles vinhos que são de conforto para quem não tem, ou nem quer ter, muita intimidade vínica, mas gosta de beber o seu copo de vinho, sem mais!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por tudo isto, ao ouvir em tom solene e erudito - “ah! quem bebe isso não percebe nada de vinho!” - fico logo com os azeites. O sentido da frase sugere uma quase segregação entre quem bebe vinhos. Quem bebe altivamente o vinho “x”, ostenta ares de superioridade vínica sobre quem desfruta do vinho “y”. Será essa pose uma das manifestações de “enochatismo”? Ou uma quase imposição de gosto? Ou o determinar de categorias através do vinho que se bebe? Bebedores de primeira e bebedores de segunda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É verdade, que para o negócio do vinho existe segmentação de mercado. Todavia, é algo que existe para todos os produtos. Comida, roupa, tecnologia, e mesmo com outras bebidas. Mas em poucos acontece algo que quase só acontece com o vinho. E aí, voltamos ao início desta redação. É que numa mesma categoria de produto, o vinho, é possível ter opções múltiplas em função da ocasião. Um vinho mais simples para ocasião despretensiosa, ou vinho mais “rebuscado” para outra mais formal. Ou como noutros produtos, há quem tenha preferências irredutíveis. Quem só consume vinhos simples e baratos. Como quem unicamente elege vinhos poderosos e suculentos. Ou quem prefira vinhos de acidez vincada e tensos. Ou mais ou menos intervencionados. E por aí fora!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pessoalmente, sou daqueles que tem “boa boca” – minha definição. Quando não estou em modo profissional, “usufruo” de tudo. Desfruto do vinho mais simples e básico quando a ocasião o dita, ou me apetece, e do vinho mais especial a combinar com a situação ou, simplesmente, me dá para isso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aproveitemos, pois, a diversidade que torna o mundo do vinho tão fascinante. Desobrigue-se de eventuais imposições de gosto, mas se gosta de vinho, aventure-se. E se é daqueles que tem o seu próprio paladar feito a um gosto vínico definido, vá em frente e desfrute. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Feb 2024 18:48:33 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pede-se a redução de vinha na Califórnia</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/apelo-a-reducao-de-vinha-na-california</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apelo à redução de mais de 12 000 hectares de vinha na Califórnia  vem do presidente da Allied Grape Growers, Jeff Bitter, que menciona especificamente o excesso de terra cultivada com vinha em Central Valley, Lodi, Mendocino e até Sonoma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A indústria vinícola da Califórnia está a enfrentar um mercado excedentário, impulsionado pela mudança de preferência dos consumidores, especialmente os mais jovens, que estão a optar por bebidas prontas a consumir (RTDs), bebidas espirituosas, bebidas não alcoólicas ou cannabis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Essa situação está a levar a uma sobreprodução e pressão sobre os produtores, resultando em aumentos de inventário superiores às necessárias em 2024, conforme indicado pelo relatório mais recente do Silicon Valley Bank sobre vinho dos EUA.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jeff Bitter, presidente da Allied Grape Growers, destacou essa questão no Simpósio Unificado da Uva e do Vinho, instando os viticultores a removerem mais de 12.000 hectares em toda a Califórnia para lidar com os desafios atuais de baixa procura na indústria vinícola, refletindo uma tendência global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O apelo à ação de Jeff Bitter é a segunda tentativa para que os produtores da Califórnia removam uma quantidade significativa de plantações. A primeira ocorreu após a colheita de 2019, quando a fruta não foi colhida e os tanques ficaram cheios de vinho não vendido. Na época, Bitter expressou sua preocupação, notando que não era comum ver esse tipo de excesso na indústria vinícola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Refere que nos últimos cinco anos ficou muita uva na vinha e que têm excesso de oferta estrutural, que obriga reduzir hectares de produção e equilibrar a oferta com a procura.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aconselhou os produtores que vendem vinho a menos de 6 dólares por garrafa a eliminarem um total de 6.000ha, dos quais 1.600ha de Zinfandel, 1.600ha de Merlot e Cabernet Sauvignon, 1.600ha de Barbera, Carignan, Grenache e Ruby Cab, e 1.200ha de "vinhos brancos genéricos e vinhos florais".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bruce Lundquist, cofundador e diretor executivo da Rack &amp;amp; Riddle, que possui uma adega moderna em Lodi, compartilhou com a Decanter sua perspectiva em resposta ao discurso de Bitter: "A indústria vinícola é cíclica e já estivemos aqui antes. Embora eu concorde que existe um excesso de oferta de uvas em geral, os tempos difíceis apresentam oportunidades. Agora é hora de combinar a replantação de vinhas com o terroir e a procura dos consumidores, uma vez que há demasiados hectares plantados em relação à procura".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Texto original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.decanter.com/wine-news/call-for-net-reduction-of-more-than-12000-vineyard-hectares-in-california-522009/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 13:21:53 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>2023 - Exportações de vinho australiano em queda</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/2023-exportacoes-de-vinho-australiano-em-queda</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2023, as exportações de vinho australiano enfrentaram uma significativa diminuição, caindo abaixo das médias de longo prazo, principalmente devido à desaceleração na Europa e na América do Norte, refletindo a desaceleração global na procura por vinho e com vendas tépidas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com o último relatório da Wine Australia, as exportações globais de vinho da Austrália diminuíram 2% em valor, totalizando AU $ 1,90 bilião, e 3% em volume, chegando a 607 milhões de litros, nos 12 meses até dezembro de 2023. A Europa e a América do Norte impulsionaram essa redução, com queda de 7% e 12%, respetivamente, no valor das exportações.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, as exportações para o Reino Unido aumentaram em volume pela primeira vez desde meados de 2021. Nos EUA, o maior mercado em valor para a Austrália, as exportações diminuíram 7%, enquanto no Canadá caíram 24%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O declínio das exportações de vinho da Austrália reflete uma tendência global de desaceleração do mercado de bebidas alcoólicas, atribuída a restrições econômicas e conscientização crescente sobre saúde. Estudos indicam uma queda significativa nos gastos com álcool, com exceção da Ásia, devido à "moderação econômica".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos EUA, 2023 marcou o pior desempenho desde 1991. Entretanto, na Ásia, Hong Kong liderou um crescimento robusto para o vinho australiano, com exportações aumentando 74%. O retomar das relações com a China e expectativas de redução de tarifas anti-dumping impulsionaram esse crescimento. Singapura também se destacou como um mercado em crescimento, sendo o quinto maior destino de exportação da Austrália em valor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            artigo original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://vino-joy.com/2024/02/04/global-slowdown-presses-australian-wine-exports-below-average/?utm_source=vinojoynews.beehiiv.com&amp;amp;utm_medium=newsletter&amp;amp;utm_campaign=prominent-bordeaux-negociant-facing-smuggling-probe-in-china" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-9658801.jpeg" length="111749" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 00:49:41 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>China - Grupo DBR Lafite ganha caso histórico contra falsificadores</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/china-grupo-dbr-lafite-ganha-caso-historico-contra-falsificadores</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Grupo DBR Lafite recebeu cerca de 80 milhões de RMB num processo judicial de referência contra falsificadores, um montante recorde concedido a uma empresa vinícola estrangeira. Esta vitória marca o culminar de uma batalha legal de mais de 20 anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta vitória histórica sinaliza o montante mais elevado atribuído a uma adega estrangeira e um dos mais elevados atribuídos a uma empresa estrangeira nos últimos anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saskia de Rothschild, CEO da DBR Lafite, proprietária do Chateau Lafite Rothschild, aplaudiu a vitória e elogiou os longos esforços legais da empresa para proteger os seus direitos legais na China, que se estenderam por mais de duas décadas. "Esta é uma boa notícia, pois há mais de vinte anos que trabalhamos para proteger a propriedade intelectual das nossas propriedades no mercado chinês. É preciso perseverança e temos de continuar a reagir eficazmente, pois é a adição de casos que protegerá os nossos consumidores a longo prazo", afirma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Grupo DBR Lafite recebeu cerca de 80 milhões de RMB num processo judicial histórico contra falsificadores, marcando o culminar de uma batalha legal de mais de 20 anos. Esta vitória representa o montante mais alto atribuído a uma adega estrangeira e um dos mais elevados concedidos a uma empresa estrangeira nos últimos anos na China.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saskia de Rothschild, CEO da DBR Lafite, proprietária do Chateau Lafite Rothschild, elogiou os esforços legais da empresa ao longo de décadas para proteger seus direitos legais na China. "Esta é uma boa notícia, pois há mais de vinte anos que trabalhamos para proteger a propriedade intelectual de nossas propriedades no mercado chinês. É preciso perseverança e devemos continuar a reagir eficazmente, pois a resolução de casos adicionais protegerá nossos consumidores a longo prazo", afirmou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A vitória reflete a determinação do governo chinês em enfrentar o problema crescente da contrafação e da pirataria, que têm prejudicado muitos proprietários de marcas internacionais, desde malas, sapatos até vinho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2019, a China intensificou seus esforços na proteção dos direitos de propriedade intelectual, com alterações às leis de PI que visam os registos de "má-fé". Isso resultou em algumas vitórias significativas para marcas internacionais, incluindo a Penfolds, uma popular marca de vinho australiana pertencente à Treasury Wine Estates.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anteriormente, a China seguia a regra do "primeiro a registar", permitindo que falsificadores se apropriassem de marcas e marcas registadas antes que os legítimos proprietários pudessem agir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No caso da DBR Lafite, o grupo registou as marcas comerciais "Lafite" e "Chateau Lafite Rothschild" em inglês na China em 1996. Com o crescimento da popularidade, os falsificadores aproveitaram-se dos nomes traduzidos para chinês, não reclamados, do famoso Bordeaux de primeiro crescimento. Em 2005, a Nanjing Gold Hope registou a marca em chinês, vendendo vinhos "Lafei Manor" em inglês.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tribunal ordenou à Nanjing Lafei Manor a indemnização de 51 milhões de RMB e à Nanjing Huaxia Wine 25,2 milhões de RMB, com a Nanjing Gold Hope responsável por ambas. A Shenzhen Junteng Wine e a Hangzhou Peilun Trading Co. também foram condenadas a pagar indemnizações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Noticia original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://vino-joy.com/2024/02/02/breaking-dbr-lafite-awarded-rmb-80-million-in-landmark-trademark-win-in-china/?utm_source=vinojoynews.beehiiv.com&amp;amp;utm_medium=newsletter&amp;amp;utm_campaign=prominent-bordeaux-negociant-facing-smuggling-probe-in-china" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 00:18:22 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/china-grupo-dbr-lafite-ganha-caso-historico-contra-falsificadores</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Carvalho em Champagne - Novos Capítulos</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/o-carvalho-em-champagne-novos-capitulos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tradicionalmente de uso comum antes de serem eliminados pela chegada do aço inoxidável, os barris de carvalho estão novamente a desempenhar um papel importante em muitos dos cuvées mais exclusivos de Champagne.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1267314.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de a vinificação em barris de carvalho ser antiga, ao longo da segunda metade do século XX, Champagne viu um abandono quase completo do carvalho nas décadas de 1960 e 1970.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Antes dos anos 50, existiam 150 tonnelleries em Champagne", diz o chefe de cave da Henri Giraud. O aparecimento das cubas de betão e depois do inox nos anos 1960’s, foi bem aceite pelos champenois. Os volumes consideráveis das cubas de inox eram atrativos e a redondez e textura iam buscá-la aos vinhos de reserva, à maior permanência sobre as borras e à dosagem. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bollinger e Krug coincidem na utilização de barris predominantemente velhos e pequenos (205L ou 228L) para a fermentação. Por volta de 1990, surge um movimento moderno de produtores emergentes na região, inspirados pela Borgonha, pelos seus vinhos de terroir e como usavam a madeira. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anselme Selosse tornou-se um dos grandes divulgadores, junto com Pierre e Sophie Larmandier, Frédéric Savart e uma série de produtores que no início dos anos 2000 vinificavam parcialmente em carvalho. E na década de 2000, casas como Veuve Clicquot e Louis Roederer estavam a utilizar novamente grandes foudres de carvalho nas suas assemblages.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tanoeiro Gaël Chaunut, de uma das últimas tanoarias da região, sustenta que o champanhe em carvalho tem mais a ver com os efeitos subtis da micro-oxigenação através da porosidade das aduelas do que com o tipo de sabores do carvalho que se esperam, por exemplo, de um Borgonha branco jovem. “Algumas pessoas estão a oxigenar os seus mostos artificialmente, mas nós preferimos utilizar a técnica artesanal para o conseguir", diz Bunner; algo que ecoa na Krug, onde se diz que os barris velhos preservam o vinho contra o envelhecimento prematuro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As colheitas mais quentes e mais maduras significam que o carvalho é menos necessário para alargar os vinhos? De acordo com Bunner, não. Quanto mais maduro estiver o vinho, mais fenólicos terá. O carvalho ajuda a oxidar (e a remover) os componentes frágeis no início. Acabámos de ter um ano quente, por isso sabemos que o carvalho ajuda a manter a frescura".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Florent Nys, chef de cave da Billecart-Salmon, concorda. O carvalho com a fermentação maloláctica bloqueada trará frescura", diz, justificando através da abordagem aos seus cuvées 100% envelhecidos em barril Brut Sous Bois e Le Clos Saint-Hilaire.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Billecart-Salmon também adiciona cerca de 8% de vinhos fermentados em carvalho ao seu Brut Réserve. 'É um novo desenvolvimento', diz Nys. “Temos mais concentração, mais profundidade. O carvalho só é utilizado nas vinhas mais antigas, nos grands crus, no nosso melhor Meunier, com elevado teor de açúcar natural.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bollinger, também, só vinifica inteiramente em carvalho para o Grande Année cuvée vintage. O seu Special Cuvée tem cerca de 10% de vinhos de reserva envelhecidos em carvalho, dependendo das necessidades anuais, com o restante vinificado em aço inoxidável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para os vinhos Chardonnay e Pinot Noir de topo de gama, é normal que haja um período de élevage - ou maturação - em carvalho após a fermentação, que por vezes dura dois anos ou mais. No entanto, em Champagne, este período tende a ser mais curto; os vinhos são preparados para engarrafamento e segunda fermentação na primavera e no verão após a vindima, pelo que é raro um vinho passar mais de nove ou 10 meses em carvalho, a não ser que seja um vinho de reserva com um envelhecimento mais longo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na Bollinger, os barris têm uma média de 15 a 20 anos de idade, altura em que os aromas associados à madeira - baunilha e especiarias doces - já desapareceram há muito tempo. Com 4.000 barris na adega, não deixa de ter alguns barris novos, com pouco peso na assemblage. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, na Billecart-Salmon, uma particularidade champenois contribui para suavizar o impacto dos barris de carvalho: a lavagem. ”O Champanhe é subtil, não queremos sabores e taninos de carvalho novo nos vinhos", explica Nys. Os barris novos são cheios com as tailles durante cinco anos, o que suga o sabor a carvalho dos barris antes de o sumo ser eliminado. Aos cinco anos, os barris fazem a sua parte no vinho, mas sem taninos", acrescenta Nys.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, nem todos jogam a carta da subtileza. Cada vez mais jovens estão a abraçar a ideia de que o sabor do carvalho novo, ou relativamente novo, pode fazer parte de um grande champanhe. As casas mais pequenas, como Henri Giraud em Aÿ, têm estado na vanguarda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Não queremos taninos, amargor ou adstringência. Quando chega a notas de pão, pain au chocolat, tarte de alperce, então sei que está pronto". Os barris novos de carvalho também estão em rotação em produtores como Dhondt-Grellet e Ulysse Collin.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carvalho à la carte
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A suscetibilidade do champanhe à sobre-oxidação significa que os produtores tendem a escolher o carvalho de crescimento mais lento e de grão mais apertado para os seus vinhos de topo, uma vez que este deixa entrar menos oxigénio quando o barril está cheio de vinho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O nosso vinho é muito delicado", diz o chefe de cave da Henri Giraud. “O solo de Argonne é muito pobre, e quando o carvalho cresce aqui, cresce muito lentamente, com um grão mais apertado. Se eu utilizasse florestas inferiores, não funcionaria". É refrescante, no entanto, ouvir um produtor de vinho discutir abertamente o sabor do carvalho, especialmente quando alguns cuvées, como o ambicioso Argonne de Giraud, são fermentados inteiramente em barris novos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A maioria dos barris da região, no entanto, são comprados em segunda mão na Borgonha. Na Billecart-Salmon, os vinhos individuais e as castas são casados à medida com carvalho de diferentes tamanhos, idades e tanoarias. Seguin Moreau dá um vinho muito doce e gordo, mas François Frères dá uma estrutura firme e tensão", diz Nys. Os foudres bem maiores de Billecart contêm vinhos mais delicados que beneficiam de um rácio mais baixo entre a superfície da madeira e o vinho e de uma micro-oxidação ainda mais lenta: “podem fazer vinhos elegantes, mas é necessário um sumo elegante para o conseguir fazer!”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Independentemente da escolha estilística, uma coisa é certa: o que já foi a norma, depois um nicho, e até talvez uma novidade, hoje não é nada disso. Se a "Madame Jacques", Lily Bollinger, fosse viva hoje, estaria sem dúvida satisfeita por ver a tradicional vinificação em carvalho de Champagne viva e de boa saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Texto original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.decanter.com/premium/oak-in-champagne-a-new-chapter-20-wines-tasted-508092/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1267314.jpeg" length="277076" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 31 Dec 2023 16:44:06 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>As dores de crescimento de Washington</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/as-dores-de-crescimento-de-washington</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos últimos 30 anos, a indústria vinícola de Washington experimentou um crescimento impressionante, passando de 100 adegas para mais de 1000 e de 4.500 hectares de vinha para mais de 20.000 hectares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, apesar desse rápido crescimento, há sinais de desequilíbrio entre oferta e procura, levando a preocupações sobre a saúde da indústria. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6093721.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Ste Michelle Wine Estates, o maior produtor do estado, recentemente anunciou uma redução de 40% no na compra de uvas nos próximos cinco anos, indicando a necessidade de garantir a estabilidade tanto do seu negócio quanto da indústria vinícola de Washington como um todo. Não há compradores alternativos evidentes para preencher essa lacuna.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A decisão da Ste Michelle Wine Estates de reduzir seu fornecimento de uvas em 40% nos próximos cinco anos não é casual. Acontece após a aquisição da empresa por 1,2 bilhão de dólares pela Sycamore Partners, empresa de capital privado. No ano anterior à aquisição, a empresa havia registado um prejuízo de 360 milhões de dólares.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Sycamore Partners está focada em se desfazer de partes não essenciais do negócio, como a venda da participação na Stag's Leap Wine Cellar em Napa, visando concentrar-se na região do Noroeste do Pacífico. Podem estar empenhados a nível regional, mas não há espaço para sentimentalismo no seu plano de negócios. E, à medida que reduzem a produção, muitos produtores vão andar à procura de compradores para a sua fruta nos próximos anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Será este o fim de um sonho irrealista? O rebentar de uma bolha? Será que, em suma, já atingimos o pico do Estado de Washington? A resposta, esperam muitos produtores, é não.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A indústria vinícola do Estado de Washington apresenta uma dinâmica peculiar, com um grande produtor, a SMWE, responsável por uma parcela significativa do vinho da região, e um grande número de pequenas adegas com modelos de negócios distintos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Château Ste Michelle, parte da SMWE, obteve sucesso com vinhos na faixa de 9 a 11 dólares, mas esse segmento de mercado agora está menos popular. Por outro lado, cerca de 90% das adegas em Washington produzem menos de 5.000 caixas por ano, vendendo muitas delas no retalho por 25 dólares ou mais. As adegas super-premium têm demonstrado bom desempenho na região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Estado de Washington tem sido alvo da atenção de renomados nomes da indústria vinícola global. Empresas como Jackson Family, Cakebread, Gallo e Duckhorn adquiriram terras na região. Destaca-se a parceria entre Antinori's Col Solare e Chateau Ste Michelle, que brilha em Red Mountain, enquanto Eroica, fruto da colaboração com Ernst Loosen, é amplamente considerado o melhor Riesling dos EUA. A presença de pesos pesados como Valdemar de Rioja também é notável, com a recente construção de uma adega em Walla Walla, que representou um investimento considerável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É essencial a construção de uma marca forte para o Estado de Washington.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de ter um mercado interno robusto o desafio reside em expandir as exportações. A maioria dos produtores, apesar de um crescimento sólido, enfrenta restrições no mercado internacional, com apenas cerca de 5% do vinho do estado é enviado para fora dos Estados Unidos. Conquistar maior presença global é um objetivo crucial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A decisão da Ste Michelle Wine Estates (SMWE) de reduzir os volumes de produção deixará muitos viticultores em busca de compradores, provocando uma possível redução nos preços por tonelada e a necessidade de arrancar 4.000 hectares de vinha.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas medidas podem impulsionar o volume de vinho a preços mais acessíveis para as adegas de médio e pequeno porte, estimulando seu interesse pela exportação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A indústria vinícola de Washington enfrenta o desafio da falta de um vinho ou variedade de assinatura distintiva.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Embora cultive muitas variedades diferentes com excelência, a ausência de um estilo de vinho icônico, uma Proposta Única de Venda, dificulta a promoção da região a novos clientes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso, apesar de ser benéfico para os consumidores que exploram a diversidade de vinhos de Washington, cria um obstáculo na comercialização da região para um público mais amplo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro desafio é a estratégia de preço. Sendo conhecida por não ser uma fonte de vinhos de prateleira de baixo custo ou de entrada. A região é caracterizada por oferecer uma relação qualidade-preço vantajosa, porém, começa com preços mais elevados, o que pode limitar a acessibilidade a mercados em busca de vinhos mais acessíveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            artigo original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 12 Aug 2023 23:30:24 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Geração Z: Transformando os hábitos de consumo e desafiando as empresas</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/geracao-z-transformando-os-habitos-de-consumo-e-desafiando-as-empresas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Usam ativamente as redes sociais para tomar decisões de compra e buscam produtos alinhados com valores sociais e ambientais, sendo dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6214876.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           73% desta geração já efetuou pelo menos uma compra com base em algo que viu nas redes sociais. Procuram ativamente experiências personalizadas, imersivas e interativas, tanto presenciais como online e a maioria prefere gastar o seu dinheiro em experiências do que em bens materiais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As suas escolhas são mais frequentemente determinadas pelos valores associados a uma ou outra marca, e maioria considera que as empresas devem ajudar a resolver problemas sociais e ambientais, tal como refletir a diversidade do mundo real nas suas campanhas de publicidade e marketing. Por isso, estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços sustentáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mesmo assim, o preço dos bens e dos serviços é uma grande preocupação para estes jovens. A incerteza e os desafios económicos que enfrentam moldaram uma mentalidade prudente e cautelosa do ponto de vista financeiro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Metade dá prioridade à relação qualidade/preço quando tomam as suas decisões de compra, que, além disso, não são impulsivas, com atenção à segurança e estabilidade financeiras, consideram o dinheiro como um mal necessário para funcionar num mundo capitalista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estes jovens valorizam a flexibilidade, a independência e o trabalho com objetivos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           83% veem o empreendedorismo como um importante objetivo na sua carreira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À medida que a Geração Z emerge como uma força importante no panorama do consumo, as empresas devem adaptar-se e adaptar as suas estratégias para se ligarem eficazmente a esta geração digitalmente nativa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Envolver a Geração Z, é um desafio e uma responsabilidade sendo essencial às empresas reestruturar a oferta de produtos e criar uma forte presença nas redes sociais devido à elevada probabilidade para o impulso ao “investimento” por essa via, quando comparada com as gerações mais velhas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ênfase na confiança é vital para as empresas que procuram estabelecer uma ligação com a Geração Z.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estes jovens ainda valorizam as instituições tradicionais e estabelecidas, com quase metade a indicar que confiam nos bancos para cuidar do seu bem-estar financeiro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em resumo, criar confiança e cultivar relações com esta geração será fundamental para os conquistar, tanto agora como no futuro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artigo original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://grandeconsumo.com/consciencia-social-consciencia-ambiental-e-personalizacao-as-exigencias-da-geracao-z/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=https://grandeconsumo.com/consciencia-social-consciencia-ambiental-e-personalizacao-as-exigencias-da-geracao-z/&amp;amp;utm_content&amp;amp;utm_campaign=GC%20News%2024/07/2023" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-341523.jpeg" length="117541" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Aug 2023 00:06:25 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Importância das Devoluções no Comércio Digital Sustentável</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/a-importancia-das-devolucoes-no-comercio-digital-sustentavel</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4464482.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O comércio digital está em crescendo e a questão das devoluções é fundamental para o sucesso desses negócios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Oferecer aos clientes uma maneira simples e eficaz de devolver produtos é indispensável para se destacar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A logística inversa, que inclui devoluções, reciclagem, reparações, etc., está ganha destaque, pois os consumidores estão preocupados com a pegada ambiental das suas compras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adaptar as cadeias de abastecimento para lidar com retornos de encomendas é essencial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os consumidores fazem escolhas conscientes, buscando uma economia mais sustentável e circular.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para os negócios, reciclar e reutilizar materiais não apenas contribui para uma economia mais sustentável, mas também é uma fonte de renda e reputação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ouvir o público e atender às expectativas são fundamentais para a sobrevivência dos negócios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artigo original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://grandeconsumo.com/blog/devolucoes-sustentaveis-um-paradoxo-ou-uma-nova-realidade/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=https://grandeconsumo.com/blog/devolucoes-sustentaveis-um-paradoxo-ou-uma-nova-realidade/&amp;amp;utm_content&amp;amp;utm_campaign=GC%20News%2027/07/2023" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4247766.jpeg" length="446788" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 10 Aug 2023 22:13:21 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/a-importancia-das-devolucoes-no-comercio-digital-sustentavel</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4247766.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Bordéus, a maior região vinícola da França, enfrenta uma séria crise</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/bordeus-a-maior-regiao-vinicola-da-franca-enfrenta-uma-seria-crise</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para alguns produtores de vinho, coloca-se a questão de "continuar ou não".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1712737.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bordéus, a maior região vinícola da França, enfrenta uma séria crise devido à sobreprodução e à falta de procura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto os Châteaux de renome têm poucos problemas para vender seus vinhos, a maioria da produção de vinho tinto - vinhos genéricos de entrada de gama - enfrentam dificuldades para encontrar compradores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para alguns produtores de vinho, coloca-se a questão de "continuar ou não".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No último ano, apenas cerca de 3,98 milhões de hectolitros foram vendidos, representando um declínio de 5%. Para lidar com o excedente, há autorização para o arranque de vinhas, eliminando quase 10% da maior área vitícola francesa. Para o excedente ou o stock dos anos anteriores há um destino diferente: a destilação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esta questão não é nova. Em 2005, foram destilados cerca de 180 000 hl quando a produção anual excedia os 6 milhões de hl. Nessa altura, discutiu-se também a possibilidade de arrancar até 10.000 hectares.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A crise atual não afeta somente Bordéus, outras regiões vitícolas, como Languedoc e Vale do Ródano, também enfrentam problemas semelhantes e têm recorrido à destilação para lidar com os excedentes não comercializáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os preços
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            en primeurs
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           dos "Grand Vins" continuam a subir a cada ano, mas representam apenas cerca de 5% da superfície total das vinhas. A grande maioria da produção é destinada às denominações de base Bordeaux e Bordeaux Supérieur, que juntas representam 43% da superfície total das vinhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais de metade do vinho da região, 55%, é consumido em França. No entanto, o consumo tem vindo a diminuir há anos. Em 2022 o consumo em França baixou para 40 litros per capita, e estudos indicam que essa tendência vai continuar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A base de clientes que ainda percebe as diferentes denominações em Bordéus está a envelhecer. Bordéus estabeleceu o seu perfil no segmento ultra-premium, com as adegas mais prestigiadas a funcionarem como marcas. No entanto, a região quase não foi apresentada aos consumidores abaixo desse nível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para inverter este cenário, a região de Bordéus precisa diversificar sua estratégia, procurando mercados externos e atraindo novos consumidores para além do segmento ultra-premium, onde sua imagem está mais consolidada. A diversificação é vista como essencial para reduzir a dependência do mercado interno francês e garantir a sobrevivência dos produtores de nível básico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A crise levanta preocupações sobre o futuro de muitos viticultores, especialmente os que produzem vinhos de nível básico e não conseguem encontrar sucessores ou compradores para suas vinhas. A eliminação subsidiada das vinhas é vista como uma saída para esses produtores, permitindo-lhes encerrar suas atividades vitivinícolas e receber uma compensação financeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário desafiador, a indústria vinícola de Bordéus e outras regiões precisam encontrar soluções para equilibrar a produção, a procura de novos mercados, e assim garantir a sustentabilidade do setor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artigo original e integral
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.meiningers-international.com/wine/insights-markets-wine/bordeaux-crisis-or-opportunity" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 04 Aug 2023 15:13:16 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O preço do vinho no restaurante</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/o-preco-do-vinho-no-restaurante</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ponto de partida é sempre o mesmo, a comparação de preços entre negócios que são totalmente diferentes. Uma venda em prateleira não tem nada que ver com aquilo que é a tipologia de negócio do restaurante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5491000.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O preço dos vinhos no restaurante é tema que volta não volta regressa à baila. Sempre devido à margem “desonesta”, dizem os paladinos da sensatez. Eu não concordo de forma alguma. O ponto de partida é sempre o mesmo, a comparação de preços entre negócios que são totalmente diferentes. Uma venda em prateleira não tem nada que ver com aquilo que é a tipologia de negócio do restaurante. O certo é que markup, na maioria das vezes está correto, o problema é o resto, na percepção de valor. Vamos lá então.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma multiplicação por três e até quatro é normal e aconselhável. Já sei que aí vem o protesto! Quem percebe a sério de gestão desta área, e não a minha pessoa apesar da experiência que tenho na área, e como também figura nos manuais “considera-se uma percentagem de custos de matéria-prima de 30% como um bom indicador de gestão ao nível da atividade de restauração e catering (Davis et al., 2008)”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ora bem, estes 30% de custos significam em média um markup (fator de multiplicação) de 3,3 pontos, que vai servir de indicador para encontrar o preço de venda de qualquer produto. Posto de forma simples, os 30% são somente o peso em forma de custo do F&amp;amp;B (comidas e bebidas). Falta acrescentar custos de muito peso como salários, renda, encargos bancários, consumíveis, energia, manutenção, limpeza, licenças e muitos outros que são satisfeitos, unicamente, através da venda de bebidas e das comidas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O erro mais comum está em aplicar indiscriminadamente esse markup igual a todos os produtos. E no vinho, não se deveria aplicar esse markup igual a todos os vinhos, mas criar um mix de markups sem perder o objetivo dos 30% de vista. Por exemplo, e de uma forma simplista, há uns vinhos que têm de absorver mais “pancada” na margem e outros que são onde se encontram os melhores ofertas de valor para o cliente. Sempre fiz assim, como sommelier, como empresário da restauração, como consultor e os julgamentos de todos os lados sobre as minhas cartas de vinhos, foram sempre positivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mas na verdade, é um autêntico quebra-cabeças o exercício de conseguir manter as margens dentro dos objetivos, distribuindo markups diferenciados que modo a ser, por um lado, sustentável economicamente ao mesmo tempo ser competitivo no preço e criar uma boa experiência ao cliente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É que a atividade da restauração não mexe somente com valores monetários e produto físico, equipamentos materiais ou aspetos técnicos, mas envolve algo tão sensível como a alimentação, a segurança alimentar, tal como também engloba certas sensibilidades ao nível da percepção social, assim como incorpora um lado menos palpável, mais intangível como seja o serviço e uma interação constante com quem frequenta o restaurante e a eficiência, num entendimento diferente de cliente para cliente. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E é este equilíbrio o que distingue e dificulta esta atividade. Talvez por isso, a taxa de aberturas e falências nesta atividade é assustadora. Já me tocou a mim. Tenho para mim que o charme percebido de cozinhar e de ter um restaurante, são a armadilha em que muitos se deixam aliciar. Mas adiante.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É por tudo isto que a restauração, chamemos, “clássica” não tem comparação com a maioria das outras atividades. Além de que cada negócio tem a sua especificidade e mesmo entre semelhantes há estruturas de custo diferenciadas. O que significa que comparar preços em negócios radicalmente diferentes é algo que não faz grande sentido.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para além disso, o vinho está longe de ser dos produtos com mais margem num restaurante, ao contrário de uma certa ideia generalizada. Por ser um produto que não requer grande esforço de comparação, olha-se para o preço da prateleira e o do restaurante e, pronto, levanta-se a voz contra a margem. Isto deve-se ao facto de o vinho, e ainda bem, ser parte importante da experiência de ir “comer fora” e tudo o que com ele se relaciona, saltar à vista.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas não é feita a mesma comparação para com outros produtos. Barafusta-se sobre o markup do vinho, mas, por exemplo, paga-se alegremente um Gin Tónico com markups que são duas a três vezes superiores ao do vinho. E este é só um exemplo. Em suma, independentemente da transformação ou não, todos os produtos de f&amp;amp;b não têm que somente se pagar a si. Têm de contribuir para pagar todo o negócio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ora o cliente não quer saber nada disto. De como se calculam os preços, margens, etc. Embora faça comparações, é a experiência vivida que mede o seu grau de satisfação. E aí, é que a coisa muitas vezes corre menos bem. O conjunto de serviços dedicados ao vinho, em particular a temperatura, o copo e o maior ou menor profissionalismo das equipas desencadeiam uma determinada noção da percepção de valor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um preço do vinho num restaurante, muitas vezes com a margem bem calculada, se não for acompanhado da necessária criação de valor dada pelo serviço, resulta em insatisfação que por sua vez leva a todo o tipo de comparações. Justas ou injustas. Ou seja, a solução está à vista de todos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-3756623.jpeg" length="206102" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 18 Jul 2023 09:36:23 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Vinho em Bag-in-Box, um novo lifestyle?</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/vinho-em-bag-in-box-um-novo-lifestyle</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adaptação a novos estilos de vida, novas formas de consumo e novas gerações de consumidores mais abertas à inovação, sensíveis em relação às questões ambientais e de sustentabilidade e que geram momentos de consumo, fazem acelerar o uso de embalagens menos tradicionais no consumo de vinho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/bag+in+box-f2abcc58.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O conceito de transportar líquidos numa bolsa data de há muitos séculos atrás e já na antiguidade se guardava os vinhos em recipientes flexíveis de pele de cabra. Durante boa parte do séc. XX, o sistema de um Bag (saco) dentro de uma Box (caixa) junto com um sistema de toneira para retirar o vinho, foi progressivamente sendo desenvolvido.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A praticidade, a higiene e economia de espaço dos recipientes foram pontos favoráveis para Bag-in-Box, há muito usado por muitas indústrias além da do vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O vinho em Bag-in-Box, foi sendo percebido, pelos consumidores mais tradicionais, como sendo de menor qualidade, associado a um nível de qualidade equivalente ao vinho de garrafão. Contudo, em alguns mercados o formato é muito valorizado e utilizado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo um artigo da revista Decanter, “o vinho em 'bag in box' - tem gozado de um recente aumento da procura, o que sugere que os hábitos e perceções dos consumidores podem estar a mudar”. Os efeitos da pandemia parecem ter dado novo fôlego ao uso de outras embalagens para o vinho além da garrafa de vidro. Ainda segundo a mesma revista, é referido que em 2020, o supermercado Sainsbury's informou que as vendas de vinhos "bag in box" galgaram “41% de ano para ano durante o período de bloqueio. 28% dos que os compraram tinham entre 25 e 34 anos”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada vez mais estilos de vinho vão aparecendo embalados neste tipo de packaging. A qualidade do vinho pode ser de qualidade elevada, havendo sinais de tendência para a premiumização dos vinhos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/bag+in+box+2.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hoje, estes formatos respondem a um conjunto de questões, ecológica e financeiras que estão na base de critérios de decisão por parte de consumidores mais jovens. Têm definitivamente um papel diferente do da garrafa de vidro. Sendo a conveniência, leveza, maior volume em menor espaço, o ser descartável e higiênica, sem risco de quebra, perfeitas para momentos de consumo mais descontraídos, sejam em festas, piqueniques, ou outros quaisquer. São também eficazes a reter a frescura por mais tempo do que uma garrafa aberta. Isto é particularmente útil para aqueles que só querem o copo ocasional.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/bag+in+box+3.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Augura-se a este e a outros formatos, que não a garrafa, forte crescendo de uso em face de o packaging do vinho, em especial o vidro, ser um dos mais fortes responsáveis pela pegada de carbono. Inovação, criatividade e apresentação apelativa serão elementos adicionais a compor uma imagem de valor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 01 Jun 2023 09:12:03 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Vinho cheira mal, o ouro resolve</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/vinho-cheira-mal-o-ouro-resolve</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma coisa que destrói definitivamente um vinho é um aroma desagradável. No entanto, esses vinhos malcheirosos poderão ser salvos em breve, com uma pequena ajuda das nanopartículas de ouro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-4282620-0a5a3bec.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os vinhos obtêm o seu aroma da presença dos chamados compostos sulfurados voláteis (CSV).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns deles produzem um aroma desejado, mas outros cheiram mais a ovos podres, borracha e outras coisas que não se quer beber. E embora o sulfato de cobre seja frequentemente adicionado aos vinhos para neutralizar estes CSVs problemáticos, pode afetar negativamente o sabor dos vinhos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na busca de uma alternativa mais eficaz, os cientistas da Universidade Flinders, na Austrália, desenvolveram um processo que começa com a aplicação de um fino revestimento de polímero de plasma na superfície de um substrato neutro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As nanopartículas de ouro são depois imobilizadas nesse revestimento - o ouro é utilizado porque é sabido que se liga a certas moléculas de enxofre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em testes laboratoriais, lâminas de microscópio que tinham recebido o tratamento de superfície foram colocadas em amostras de 40 mililitros de vinhos brancos e tintos que tinham níveis naturalmente elevados de CSVs indesejáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando as lâminas foram retiradas 24 horas depois, verificou-se que as nanopartículas neutralizaram até 45% do sulfureto de hidrogénio livre nos vinhos, juntamente com outros VSC indesejados, como o metanotiol. E, o que é mais importante, as partículas superaram o sulfato de cobre que foi utilizado em amostras correspondentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora seja necessário efetuar mais investigação, espera-se que um dia o tratamento possa ser aplicado a superfícies utilizadas na indústria vinícola, tais como as dos dispositivos de filtração, decantadores e materiais de embalagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artigo original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://newatlas.com/science/gold-nanoparticles-wine-sulfur-odor/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-545313.jpeg" length="338556" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 29 May 2023 15:17:16 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Micorrizas ao serviço das videiras</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/micorrizas-um-aliado-das-videiras</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As micorrizas podem ser preciso aliado na defesa das vinhas. Enquanto se buscam formas criativas de aliviar os impactos das alterações climáticas, alguns métodos antigos estão a aparecer quando menos se espera.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-797946.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao deixar as camadas mais profundas do solo intocadas, permite-se a proliferação de fungos micorrizas que são tudo menos novidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os fungos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://acientistaagricola.pt/micorrizas-o-que-sao-tipos-e-beneficios-para-a-producao-agricola/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           micorrizos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            desenvolveram uma relação de benefício mútuo com as plantas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes fungos, constituídos por filamentos e corpos de frutificação de cogumelos (o caule e o chapéu), fixam-se às raízes das plantas e vivem dos seus hidratos de carbono. Por sua vez, ajudam as raízes a absorver mais água, fósforo, azoto e outros compostos químicos essenciais para a saúde das videiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta relação simbiótica, denominada micorriza, está presente em, pelo menos, 90% de todas as plantas terrestres. Os viticultores aperceberam-se de que, se adotarem uma abordagem regenerativa da sua agricultura, podem ser capazes de aproveitar os impactos positivos das micorrizas para as suas vinhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma resposta às doenças da vinha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A maioria dos viticultores vê os fungos como uma coisa má; o míldio e a podridão negra podem danificar uma colheita inteira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As micorrizas encorajam as vinhas a serem mais resistentes face ao aumento da pressão de doenças, pragas e aumento das temperaturas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Os fungos podem espalhar os seus esporos, mas os vírus das plantas não se podem mover sozinhos", diz o Dr. Eskalen, fundador e director do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://mrca-science.org/index.php/en/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Centro de Investigação de Cogumelos da Áustria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . "Precisam de um vector - por vezes humanos, muitas vezes insectos. Devido às alterações climáticas, estamos a assistir a um aumento da actividade dos vectores."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As plantas que antes eram capazes de evitar certas doenças estão agora a ser sobrecarregadas com estirpes mais agressivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É aqui que as micorrizas positivas lutam.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao aumentar os nutrientes na planta e ajudar as videiras a fortalecerem-se contra o risco de doenças e pragas, as videiras têm mais possibilidades de sobreviver.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para além do aumento da ingestão de nutrientes, as micorrizas ajudam as videiras a reter água durante uma média de duas a três semanas mais do que uma videira que não tenha sido colonizada por micorrizas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As micorrizas não só ajudam as plantas a absorver mais água, como a sua presença incentiva uma ingestão de água mais eficiente. À medida que as temperaturas aumentam e a humidade diminui nas regiões vitícolas de todo o mundo, incentivar o crescimento das micorrizas é uma vantagem para a viticultura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As micorrizas são somente uma parte de um quadro mais vasto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Devido ao trabalho envolvido, confiar nas micorrizas para aumentar a saúde das videiras não é um antídoto da noite para o dia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mas pode valer a pena fazer um esforço extra para encorajar a colonização micorrízica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A eliminação de fertilizantes artificiais, o uso de culturas de coberto para aumentar a diversidade de plantas e na manutenção de camadas mais profundas do solo intactas para não rasgar as fibras que podem levar anos a crescer novamente, são algumas das opções.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada uma destas práticas ajuda a incentivar as micorrizas, mas cabe aos viticultores desenvolver uma abordagem regenerativa, mas a adopção deste tipo de práticas tem sido lenta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Já existem biofertilizantes enriquecidos com micorrizas, que ajudam a estimular o desenvolvimento do fungo. Mas nada substitui o desenvolvimento das micorrizas em condições ambientais naturais, como diz um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://2naturkinder.de/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           produtor
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            alemão "Não vão sobreviver num pedaço de argila morta."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todavia o foco deve estar no quadro geral. "As micorrizas são definitivamente uma parte do que um ecossistema funcional precisa para ser forte. E é apenas uma parte disso”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Texto original
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://daily.sevenfifty.com/how-mycorrhizal-fungi-create-more-drought-resistant-grapevines/?utm_campaign=SFD%20Social%20Media&amp;amp;utm_content=248891273&amp;amp;utm_medium=social&amp;amp;utm_source=twitter&amp;amp;hss_channel=tw-824715170459029505" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1251026.jpeg" length="235305" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 29 May 2023 14:59:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/micorrizas-um-aliado-das-videiras</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como alcançar os jovens consumidores de vinho</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/como-os-jovens-consumidores-de-vinho</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Janeiro, o relatório "2023 State of the Wine Industry Report" publicado Silicon Valley Bank, destacou o facto de a maior quebra de consumo se verificar entre os jovens consumidores de vinho - consumidores com idades compreendidas entre os 21 e os 40 anos, ou seja, os millennials e a Geração Z. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-2229930-87403701.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em sentido oposto, o maior crescimento foi nos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            consumidores com mais de 60 anos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , ou seja, os Baby Boomers.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estes dados não apanham de surpresa muitos na indústria, cientes do apelo do vinho ao público maioritariamente mais velho, mas é
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           imperativo fazer-se alguma coisa para chegar aos jovens consumidores de vinho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E com muitos millennials e da Geração Z a trabalhar na indústria, parece óbvio pedir-lhes conselhos sobre como atrair os seus pares. Foi isso que a revista norte-americana
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.winemag.com/2023/02/07/millennial-and-genz-how-to-reach-young-wine-drinkers/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           WineEnthusiast
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            fez.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falou com profissionais da indústria com menos de 40 anos sobre formas de atrair jovens consumidores de vinho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aqui ficam algumas das ideias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Oferecer experiências de prova criativas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "As experiências de degustação tradicionais são caras - um jantar com vinho, uma viagem a uma região vinícola, até mesmo uma visita à loja de vinhos local tem algum risco incorporado. Custam dinheiro, funcionam segundo o modelo "buy-to-try " e exigem que o cliente já esteja interessado no vinho".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “Se os restaurantes e os retalhistas quiserem captar os jovens que ainda não têm esse interesse, têm de criar experiências de degustação mais acessíveis e experimentais”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Ser criativo, mostrar algo apetitoso do local de onde vem o vinho, despertar um sentido adicional através da música ou arte e apresentem-lhes as pessoas que fizeram o vinho!"
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Também é importante manter estes eventos acessíveis. "Mantenha o evento ao custo de uma garrafa de vinho acessível (20 dólares)"
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dar provas de descoberta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Como sommelier, num restaurante, criar incentivos à descoberta.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Dar a provar a copo aos curiosos ou interessados, até mesmo àqueles que se encontram perdidos na lista de vinhos, e partilhar com eles informação sobre os vinhos.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Incentivar os jovens consumidores de vinho a tirarem fotografias das garrafas de que gostam, para que tenham um registo das suas preferências de vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “Torna a entrada numa loja de vinhos e a exploração um pouco menos stressante"
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Promover a evolução social
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             "Uma forma de chegar à Geração Z é reconhecer o que a sua geração representa".
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Defender e recomendar vinhedos bio, projetos dirigidos por mulheres e adegas que são propriedade de negros é um grande passo na direção certa."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dar a conhecer as informações nutricionais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "As marcas de vinho deviam começar a divulgar a sua informação nutricional e os seus ingredientes".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Há uma ideia errada entre os consumidores de que o vinho é rico em açúcar porque a indústria não fala sobre isso, e isso coloca a categoria em desvantagem quando comparada com outras bebidas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abraçar as redes sociais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Vemos que, com frequência, os consumidores da geração do millennial e da geração Z tomam decisões de compra com base nos "criadores" que seguem e nas experiências e/ou produtos que recomendam."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             "estas gerações estão muito mais interessadas na descoberta, no envolvimento e na possibilidade de compra através das redes sociais, especificamente no Instagram e no TikTok, quando se trata de comprar vinho," 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não rejeitar a lata
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Parece não se conseguir ultrapassar a ideia de que, se o vinho não estiver numa garrafa de vidro, deve ser uma porcaria.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Claro que aquela garrafa chique, com toda a sua cerimónia e pompa, é ideal para uma noite de encontro num restaurante caro, mas não pensamos em levar latas (que protegem muito bem o vinho!) de vinho para a praia ou para assistir a um evento desportivo."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Ninguém pensa que um bom vinho pode vir numa lata, por isso ninguém faz um bom vinho em lata. Temos de mudar estas ideias antiquadas".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desfrutar do menor teor de álcool
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os Millennials/Gen Z são sensíveis ao baixo teor de álcool no vinho e à capacidade de beber mais do que um ou dois copos antes de se sentirem atordoados"
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ser transparente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os jovens consumidores de vinho não têm medo de "[descascar a cebola] das camadas de uma marca e ver se os valores da marca estão alinhados com os seus"
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O chefe de vendas da The Hidden Sea, diz que a missão da marca - remover o plástico do oceano - repercutiu nos consumidores. O mesmo acontece com a promessa fácil de compreender da marca, que consiste em remover e reciclar 10 garrafas de plástico do oceano por cada garrafa comprada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             "É um momento emocionante para as marcas que querem realmente causar impacto e fazer melhor pelo nosso planeta".
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A sustentabilidade no vinho está na moda, o que é uma óptima notícia. No entanto, é preciso cautela.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este ambiente também está a permitir que as marcas aproveitem a palavra "sustentabilidade" para obter melhores resultados comerciais. Felizmente, é tão simples como uma pesquisa no Google, na qual os compradores podem pesquisar as marcas que estão a comprar."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não ser snobe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Fazer questão de evitar falar mal dos jovens"
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             "Criar recursos para eles explorarem e experimentarem a diversão do vinho de uma forma fácil e acessível.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “Um código QR nos seus contra-rótulos proporciona um acesso fácil a notas de prova, sugestões de harmonização e informações sobre as práticas e regiões de vinificação, como forma de apoiar as pessoas onde quer que estejam na sua viagem vinícola."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aceitar as tendências actuais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "É importante olhar para as tendências actuais e ver o que os clientes estão a pedir/beber".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Duas grandes tendências são certamente os vinhos “naturais” e os vinhos “laranja” É importante ter estes vinhos disponíveis para os consumidores, pois é muito provável que voltem para pedir mais." 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1850595.jpeg" length="649541" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 27 May 2023 18:12:55 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A concorrência na Distribuição</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/a-concorrencia-na-distribuicao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Empresas de distribuição têm sido acusadas de lucros excessivos devido ao aumento das margens e especulação, e por isso responsabilizadas pelo aumento da inflação e dos preços de produtos de consumo, especialmente alimentos perecíveis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A acusação de lucros excessivos das empresas de distribuição é "injusta e infundada". É que diz José António Rousseau, professor e investigador UNIDCOM/IADE no artigo de opinião na Revista Grande Consumo - Revista dos Negócios da Distribuição.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Critica a acusação de que a Distribuição pratica preços especulativos, quando afinal estas aplicam "
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           políticas promocionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           concorrem umas com as outras para os preços mais baixos do mercado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , prometendo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            devolver a diferença de preço
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , se o consumidor encontrar os mesmos produtos mais baratos".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diz que há uma confusão entre margens brutas e líquidas. Explica que a "prática de margens brutas de 40% ou 50% em hortofrutícolas, são perfeitamente normais. Sublinha que até "já foram superiores", mas são inevitáveis devido à natureza perecível destes produtos "os quais, pela sua venda em livre serviço, possuem um alto índice de quebra. Diariamente, as lojas retiram da placa de vendas muitos quilos de hortofrutícolas que, pelo mau manuseamento dos clientes, não podem ser vendidos e, no final de cada dia, são doados a diversas ONGs."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Chama a atenção "que a margem bruta serve para cobrir todos os custos de operação, tais como salários, logística, rendas, impostos, amortizações, etc., pelo que, no final,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a margem líquida das empresas de distribuição se situa, em média, entre os 3% e os 5%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acha irónico "que as empresas que, há alguns anos, eram
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           acusadas de vender os produtos abaixo do preço de custo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , ou seja, com prejuízo, e até tenham sido por esta razão objeto de processos da Autoridade Tributária,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            sejam agora acusadas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de vender os seus produtos com preços especulativos, decorrentes da prática de margens ilegítimas de tão altas."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Explica que a rentabilidade da Grande Distribuição já não está, há décadas, centrada nas margens comerciais, que são cada vez mais baixas, mas que se foca no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            índice de rotação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , "quanto mais vezes rodar o stock, mais baixas podem ser as margens para atingir a mesma rentabilidade".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Devido à forte concorrência, os preços são formados a partir preço de venda ao público,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "justo e aceitável pelo mercado"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , para com os fornecedores encontrar um preço de compra que "permita contemplar a margem bruta pretendida".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Demonstra que as diferenças de preços entre as empresas "provam e evidenciam que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           não existe qualquer prática de combinação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de preços entre os retalhistas".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante e um bom exemplo o acordo entre a Distribuição e os seus fornecedores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artigo completo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://grandeconsumo.com/blog/a-concorrencia-na-distribuicao/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=https://grandeconsumo.com/blog/a-concorrencia-na-distribuicao/&amp;amp;utm_content&amp;amp;utm_campaign=GC%20News%2019/05/2023" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4481534.jpeg" length="455077" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 20 May 2023 00:46:01 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-4481534.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O vinho para o “Calor Seco”</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/o-vinho-para-o-calor-seco</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É nas confeções de “calor seco” que se encontram das ligações mais excitantes com os vinhos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É um delicioso jogo de intensidade aromática e textura. Poderá fazer boa figura a combinação de cores, amarelos, âmbar e acobreados do alimento e do vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O uso de “calor seco” refere-se a técnicas culinárias que ao contrário do “calor húmido” – que usam água ou vapor para cozinhar - usam ar quente para cozinhar os alimentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Algumas das confecções de calor seco mais comuns incluem assar, grelhar e torrar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            São técnicas frequentemente usadas para cozinhar alimentos que onde se procura uma textura crocante ou aquela provocante capa dourada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O alimento é submetido ar quente que o ajuda a “selar” seus sucos naturais (preservados no interior do alimento) e acrescenta um sabor caramelizado, mais ou menos intenso, e toque fumado característico na parte exterior. Em resultado, o alimento adquire uma crosta quebradiça por fora e fica suculento no interior.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A boa intensidade aromática convida à concertação com vinhos de uma certa riqueza aromática, conferida pela idade ou por determinado trabalho com madeira, ou de técnicas que incutam alguns compostos oxidativos. Podemos levar em contar um certo tipo de mineral de caráter fumado. Amargos, não muito acres, resultam bem.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao nível da textura, também no vinho uma sensação de estaladiço será bem vinda, normalmente dada pela adstringência e tipologia de acidez, assim como da maior ou menor secura do vinho. E da madeira, mais secante ou cremosa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando falamos em textura e crocância, as bolhas não podem ser esquecidas. Idealmente vinhos espumantes com algum estágio onde se sentirão aquelas notas caramelizadas da oxidação, (o brioche, frutos secos ou pão grelhado).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em geral, dependendo do porte do “alimento”, podemos ajustar para o mais ou para o menos o “peso” ou volume do vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para o “suculento da parte de dentro”, pode-se dosear ou acertar através do extrato seco do vinho e pela forma mais arredondada ou tensa do vinho. Uma certa tendência doce, seja do frutado, do glicerol ou mesmo de açúcar residual, complementará o sabor caramelizado do alimento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vinhos de conceitos como “curtimenta”, “Orange wine”, rosés com estágio em madeira e mesmo Pét-Nat, preenchem os requisitos para se vincular a este tipo de confecção.  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 14 May 2023 15:56:27 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Acidez, da frescura do sabor a outras dicas</title>
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      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vivacidade, energia, frescura, eletricidade, são alguns termos, muito e cada vez mais recorrentes, usados na descrição de vinhos. Até pouco tempo atrás era percebido como qualquer coisa menos agradável. Hoje vai sendo percebido como positivo e essencial. Na verdade, sempre foi crucial. Sempre foi fundamental no equilíbrio de um vinho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-347925.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vivacidade, energia, frescura, eletricidade, são alguns termos, muito e cada vez mais recorrentes, usados na descrição de vinhos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A acidez é o termo que traduz
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o conjunto dos ácidos presentes no vinho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . O “sabor ácido” até pouco tempo atrás era percebido como qualquer coisa menos agradável.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Num restaurante, diante de um cliente, ao referir que um vinho “tinha boa acidez”, a instantaneamente dava azo a um esgar de aversão, criava de imediato uma rejeição antecipada ao termo e ao vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Felizmente, hoje vai sendo percebido como positivo e essencial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na verdade, sempre foi crucial. Sempre foi fundamental no equilíbrio de um vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Junto com o álcool
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , constitui as duas traves mestras da arquitetura de qualquer vinho. Quando qualquer um deles se sobrepõe, o equilíbrio fica desde logo comprometido.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para perceber um pouco mais o papel da acidez no vinho, é necessário regressar ao ponto de partida, onde tudo começa, ou seja, à uva, ao bago.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a maturação da uva, os níveis de acidez e açúcar são inversamente proporcionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A uva num estado verde, é pobre em açúcar e abundante em ácido.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em sentido oposto, a uva muito madura é rica em açúcar e pobre em acidez.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O enólogo ao analisar os bagos, averigua e acompanha a curva de crescimento do açúcar e a que diz respeito à diminuição da acidez. O momento de vindima ocorre ao considerar que existe um determinado equilíbrio entre estes dois componentes. De forma simplista, pode-se considerar uma equação elementar: vinho demasiado ácido = (pouco sol + uva pouco madura); vinho demasiado macio = (demasiado sol + uva muito madura).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao pensar em acidez, existe unicamente um ácido ou são mais que um?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De facto, nas uvas e no vinho estão presentes várias dezenas de ácidos. Contudo,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           quase uma mão cheia deles são os mais comuns
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , os mais abundantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            São eles o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ácido tartárico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ácido málico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ácido cítrico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ácido acético
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que os distingue?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os três primeiros são considerados ácidos orgânicos e o último um ácido volátil.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De forma simples, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ácido tartárico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é característico das uvas, presente no vinho e no mosto, quase não existindo noutros frutos. É o ácido mais forte dos orgânicos mencionados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Já agora, uma curiosidade! Quem não reparou nos pequenos cristais no fundo da garrafa, ou mesmo na superfície da parte inferior da rolha após a extração desta? São os chamados “diamantes do vinho”, nada mais nada menos que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            cristais de bitartarato de potássio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No processo de envelhecimento do vinho, durante o passar dos anos, este ácido tem a propensão de se cristalizar. Porquê? Porque o ácido tartárico junta-se ao potássio (principal nutriente utilizado pela videira para o seu desenvolvimento), e se a temperatura da cave for muito baixa, formam os tais cristais de bitartarato de potássio, estes precipitam-se criando um depósito, contudo, perfeitamente inofensivo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O ácido tartárico é frequentemente usado para ajustar os equilíbrios de acidez quando necessário.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ácido málico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , é também abundante no mosto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Responsável pelo sabor verde das uvas e dos vinhos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A sua presença em teores elevados é um sinal de má maturação. As uvas são consideradas “maduras” quando a sua concentração é baixa. Como referência, é o ácido da maçã. Por ter alguma agressividade e se em elevadas concentrações, causa desequilíbrios de sabor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso a maioria dos vinhos tintos fazem uma fermentação maloláctica, por ação das bactérias lácticas, as quais que se alimentam do ácido málico, mais pungente, e o transformam em ácido lático, mais fraco e suave. Este é um desenvolvimento frequente na maioria dos vinhos tintos e por vezes em alguns vinhos brancos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Consegue-se, desta forma, um produto mais harmonioso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Já o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ácido cítrico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            está presente na uva, assim como em muitas frutas e é mais vulgar em vinhos brancos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desaparece quase que totalmente durante a elaboração do vinho. Por isso, tem pouca presença nos vinhos. Percebido como fresco, por vezes, pode deixar um subtil amargor ao final da língua.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ácido cítrico enológico também utilizado no pré-engarrafamento de vinhos brancos e rosados para pequenos ajustes de acidez, confere ao vinho mais frescura em boca.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E por último, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ácido acético
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            forma-se, principalmente, durante a fermentação alcoólica de forma natural, dando origem a determinados níveis de acidez volátil, sendo esta como que um indicador de saúde do vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se tiver índice alto, dá origem ao típico aroma a balsâmico e a vinagrinho, e se os níveis forem ainda mais elevados, podemos sentir notas a cola, acetona e verniz, o que já poderá ser considerado um defeito.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           quantidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            existente no vinho
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           varia de acordo com o tipo de casta, do sistema e cuidados na vinificação, do tipo de leveduras e dos cuidados durante a conservação e envelhecimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alguns vinhos são famosos por possuírem índices elevados de acidez volátil, tal como acontece com Vinho do Porto Tawny Very Old ou o Vinho da Madeira muito antigo, devido a prolongada exposição ao oxigénio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O mecanismo é o seguinte; o aumento da acidez volátil deve-se á incorporação de oxigénio ao vinho que provoca a propagação das bactérias acéticas e estas, por sua vez, atacam o álcool etílico e formam o ácido acético.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como será de calcular, existe regulamentação a estabelecer limites, com o máximo de acidez volátil em 1,2 gr/litro de vinho, podendo chegar até aos 1,8 gr/l no caso de um Vinho do Porto Very Old.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Resultante também da fermentação é o ácido succínio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em termos de organização, pode-se agrupar os ácidos referidos em dois grupos:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             acidez fixa
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (tartárico, málico e cítrico)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            acidez volátil
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (acético, láctico e succínio)
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que no conjunto formam a acidez total de um vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aparte o desempenho gustativo, os ácidos têm importante desempenho na
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            proteção
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           preservação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           estabilidade do vinho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , assim como contributo em assegurar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            maior ou menor aptidão ao envelhecimento de qualidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 25 Apr 2023 16:11:16 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os desafios do Vale do Rhône</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/os-desafios-do-vale-do-rhone</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As alterações climáticas, a inflação e a diminuição do consumo vinho desafiam o Vale do Rhône
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/rhone1.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na apresentação da nova edição das Découvertes en Vallée du Rhône, promovido pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.vins-rhone.com/en" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Inter Rhône
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que faz um balanço da situação da região, dos vinhos e do mercado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tinto, como sempre, continua a liderar, representa 76% do volume produzido em todo o Vale do Rhône.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O rosé também está a subir na tabela, com 12%.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É o terceiro produtor de rosé em França, após as regiões do Loire e da Provence.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os vinhos brancos, são o grande destaque, representando atualmente 12% da produção total e com posição estável. Trabalha-se mais nos vinhos brancos, sem canibalizar as vendas de vinho tinto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A procura de vinhos com algum tipo de certificação de sustentabilidade está a mudar os métodos agrícolas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há um aumento muito grande de vinho biológico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , agora representam 18% dos vinhos, contra 12% em 2021. Muitas propriedades estão a converter-se em biológicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os vinhos de qualidade superior não estão em crise de desempenho, mas nos vinhos de classificação inferior a situação não é tão boa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também para a região a política mundial teve um efeito de impacto nas vendas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado doméstico debate-se com a inflação, que levou à queda de 6% nas vendas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mudanças geracionais no mercado francês
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vendas no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            mercado interno representam 38% das vendas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de vinhos do Vale do Ródano, a maioria destinada aos supermercados. Mas as vendas nos supermercados caíram 5% em 2022, uma vez que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           os franceses compram menos vinho tinto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Os consumidores mais velhos estão a ser substituídos pelos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mais jovens, que não bebem tanto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O fosso entre gerações está a ter um grande impacto nas vendas de vinho. "Antes, a cultura do vinho
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           era transmitida de geração em geração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Mas as coisas mudaram”, 76% dos franceses adoram o sector do vinho, ao mesmo tempo,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "as pessoas nunca beberam tão pouco”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O consumo de vinho diminuiu 70% entre os jovens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ; a cerveja também não ficou imune, com uma queda de 68%. Mas a cerveja, responde melhor, ao estar presente nos grandes festivais e concertos, dando-se a conhecer às novas gerações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E não é possível dizer a toda a região que mudem o que estão a fazer para se adaptarem aos gostos dos jovens.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Levar os produtores ao mercado para desenvolver os seus produtos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é solução apontada, como levar os viticultores em viagens aos mercados externos,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “quanto mais sairmos e nos encontrarmos, melhor!”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outro desafio é a região ser grande produtor de vinho tinto,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           num momento em que o consumo de vinho tinto está a diminuir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           premiumização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma solução possível. "Vamos tentar actualizar-nos", dizem. “ Apesar de nem todo o nosso vinho ser de gama alta, podemos impulsioná-lo."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acima de tudo, os vinhos têm de ser relevantes para o mercado. "
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há uma tendência para os vinhos frutados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - estamos mesmo a ver isso. Se quisermos vinhos mais leves, porque não?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas eles têm de ser relevantes"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Artigo completo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.meiningers-international.com/wine/insights/falling-french-consumption-drives-rhone-valley-wine-focus-exports" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 25 Apr 2023 09:14:59 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Barreiras à Harmonização: o ovo</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/barreiras-a-harmonizacao-o-ovo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Será que todos os vinhos e ingredientes encontram, com maior ou menor dificuldade, as suas “cara-metade”? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-824635.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas quando uma harmonização não resulta quem serão os culpados? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Relativamente ao tema das harmonias entre vinho e comida também se tem mencionado alguns componentes que dão origem a problemas e desafios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um desses “vilões” são os ovos, que devido à sua consistência, revestem o interior da boca, bloqueando o desempenho das papilas gustativas. Em particular, as preparações de ovos que usam gema crua podem ter esse efeito, dificultando a apreciação de outros sabores, tal como os dos vinhos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esta questão terá maior relevância se o prato for somente, por exemplo,  ovos fritos ou estrelados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tudo muda de figura noutras preparações em que o ovo é integrante de uma guarnição, caso da açorda de camarão, dos ovos escalfados com ervilhas ou de uma quiche de salmão.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em todo o caso, para estes pratos mantenha guardadas as preciosidades da garrafeira e dê prioridade aos vinhos mais simples e versáteis. Ovos nos molhos ou soufflé têm nos vinhos brancos, arredondados e com alguma opulência frutada, bons aliados sem necessidade de recorrer a vinhos de maior gabarito.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O ideal, genericamente, será apelar a vinhos de notória intensidade aromática, de boa frescura (sem acidez em demasia), de corpo moderado e envolvente. Brancos com algum trabalho com barrica, de volume e textura ampliada, são bastante úteis. Menos útil, se for a receita usar um ovo de codorniz estrelado a “cavalo” de um bife com boa batata frita. Aqui o tinto tem mais a dizer. Na relação vinho com ovo, se a opção for tinto, o ideal é abrir um vinho jovem, fresco, sustentado na fruta, de taninos macios e com alguma acidez. Se o ovo não tiver papel muito preponderante, o tinto pode ser mais ambicioso e escolhido de acordo com a composição geral da receita. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Solução interessante e saborosa para alguns tipos de preparações de ovos será o recurso a ingredientes como cogumelos, bacon frito, chouriço e vinho na confeção do prato.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas experiências desafiantes, mas não desprovidas de sentido, para combinar com preparações com ovos são os vinhos generosos de pendor seco a meio seco, em especial o Vinho Madeira, o Carcavelos e o Porto Branco seco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os espumantes serão, inevitavelmente, forte opção a considerar pois o gás carbónico possui a faculdade de desfazer e desembaraçar o efeito de revestimento do ovo nas papilas gustativas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dizer que o ovo não funciona com vinho, é genérico e pouco exato. De facto, algumas preparações com ovos onde este é demasiado preponderante, são menos favoráveis a boa relação com vinho, mas quando o ovo é parte integrante e não dominante, não haverá grande dificuldade em harmonizar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 30 Dec 2022 01:45:39 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O caos atacou o transporte marítimo global</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/o-caos-atacou-o-transporte-maritimo-global</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pandemia perturbou o comércio internacional, elevando o custo do transporte de mercadorias e acrescentando um novo desafio à recuperação econômica global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-753331.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>As vantagens de um armazém inteligente</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/as-vantagens-de-um-armazem-inteligente</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           This is a subtitle for your new post
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-7018645.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tecnologia não está apenas a impulsionar a experiência de compra ou a forma como as transações são realizadas e geridas. Tem sido, também, fundamental para a redefinição da forma como as mercadorias são armazenadas, classificadas e entregues. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta parte do e-commerce, relacionada com logística e gestão da cadeia de abastecimento, sofreu uma mudança grande graças aos avanços na robótica, tecnologia de sensores, realidade aumentada (RA) e Internet das Coisas (IoT).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a procura ainda a aumentar, o armazém inteligente está a tornar-se no centro das atenções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Maior eficácia e segurança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao integrar sistemas automatizados no tecido das operações, o armazém inteligente é concebido para a eficiência e colaboração.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A gama completa de atividades que têm lugar num armazém: as mercadorias são recebidas, identificadas, selecionadas, puxadas e embaladas para expedição. A tecnologia robótica, os sensores e os dispositivos com acesso à Internet num armazém inteligente trabalham em conjunto para racionalizar e acelerar a funcionalidade em todas as fases.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A melhoria da eficiência também se traduz num ambiente de trabalho mais seguro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eficiência e segurança melhoradas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A tecnologia de armazém inteligente não só melhora a eficiência e a segurança nas instalações, como também permite a visibilidade dos dados em toda a empresa. Uma informação que também pode ser rapidamente partilhada com as partes interessadas e clientes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se considerarmos que a pandemia por Covid-19 e os demais acontecimentos socioeconómicos dos últimos dois anos não só aumentaram a atividade de e-commerce, como levaram à escassez de mão-de-obra nos armazéns em todo o mundo, a automatização pode ajudar a enfrentar este desafio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resiliência como um benefício
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os processos automatizados permitem que uma instalação aumente e diminua o volume rapidamente e, como a pandemia demonstrou, a capacidade de reagir rapidamente às condições do mercado é essencial. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo da tecnologia de vanguarda em armazéns não é substituir pessoal valioso, mas fornecer às suas equipas o apoio e as ferramentas de que necessitam para se destacarem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Antecedentes do Vinho a Copo</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/antecedentes-do-vinho-a-copo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Houve um tempo em que o consumo de vinho a copo esteve associado a uma ideia de grosseria ou pouco requinte 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Tue, 27 Dec 2022 23:33:09 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/wineglass-wine-glass-wine-tasting-39605-65f8827d.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Fine Wine Market em 2022 I</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/fine-wine-market-em-2022-i</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cadeia de abastecimento, invasão russa, o Covid na China e a inflação, os desafios por vencer em 2022.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6309832.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado de fine wines em 2021 foi todo sobre recordes; os índices Liv-ex atingiram níveis de recorde tanto em valor como recorde de vinhos comercializados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Foi um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bull market
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            alimentado pelo ambiente de taxas de juro baixas e um interesse crescente em bens alternativos, tangíveis, na sequência do confinamento da Covid-19. Como resultado, o mercado viu uma procura robusta, tanto por parte dos antigos como dos novos operadores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O relatório de 2021 levantava questões de sobrevivência do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bull market
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             com o possivel regresso de condições fiscais e monetárias mais apertadas. As expectativas de inflação estavam a aumentar. Este ano, 2022, o mercado foi certamente posto à prova.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           boom
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            da era Covid no mercado do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fine wine
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (entre outros) disfarçou a fragilidade da cadeia de abastecimento global que começou a mostrar as suas fissuras consideráveis à medida que o mundo (excluindo a China) emergia do bloqueio. A invasão russa da Ucrânia em finais de Fevereiro acrescentou à agitação da cadeia de abastecimento à medida que os preços da energia subiam. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como resultado, a inflação instalou-se a níveis mais elevados do que os mercados financeiros ou os bancos centrais esperavam. Seguiu-se uma série de aumentos agressivos das taxas que levaram a um aumento da volatilidade nos mercados cambiais. Entretanto, a política chinesa de "zero-Covid" está a conduzir aquele país, e por extensão grande parte do resto do mundo, à beira da recessão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Num relance, o impacto sobre o mercado secundário parece ser mínimo. No entanto, abaixo da superfície são visíveis os sinais de uma tempestade económica mais vasta. Há uma sensação crescente de que o ímpeto transportado de 2021 se tinha esgotado. O Liv-ex 100 caiu pela primeira vez em 18 meses, em Julho, e novamente em Outubro e Novembro. O Burgundy 150 index também registou ganhos menores à medida que o ano prosseguiu, tendo-se mantido estável em Outubro e finalmente afundando em Novembro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Num inquérito aos membros do Liv-ex, as perspectivas para o mercado eram mistas, com uma ligeira maioria dos inquiridos a afirmar que eram neutros a bastante pessimistas em relação ao próximo ano.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O futuro do mercado é uma incerteza. Por um lado, os preços de alguns vinhos atingiram máximos recorde este ano, mas por outro, o número de compradores ativos a estes preços diminuiu.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado do vinho fino em 2022 foi um jogo de duas metades. O sentimento encontra-se dividido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Excerto do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.liv-ex.com/2022/12/fine-wine-market-2022/?utm_campaign=Press%20Releases&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;_hsmi=237161153&amp;amp;_hsenc=p2ANqtz-93II7ghDDZQPBVrXxB3fNZU4Ce_3LMNHBiCTz4LkY43zLhUWSdev7JDTSkt_pgeA7lFv-LBwPkG2tKdiXatRtqsLpDsQ&amp;amp;utm_content=237161153&amp;amp;utm_source=hs_email#introduction" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           The Fine Wine Market in 2022 - Liv-ex
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6801648.jpeg" length="217366" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 08 Dec 2022 19:32:42 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6801648.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6801648.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Personalização, inovação e proximidade, chaves da Barcadi Martini em Portugal</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/personalizacao-inovacao-e-proximidade</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Não vendemos bebidas espirituosas, proporcionamos experiências."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           abordagem apaixonada ao mercado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           estratégia personalizada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , um punhado de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            inovações
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , algumas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            mudanças de rotulagem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           operação que quer ser próxima do comércio e dos operadores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . É deste modo que Khalil Mansour, diretor geral da Bacardí Martini Portugal, detalha o que mudou na companhia ao longo do ano que leva na condução de uma das maiores empresas de espirituosas do mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Khalil trouxe consigo um espírito de mudança e uma estratégia de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “empowerment”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            da equipa local, a que se junta o foco na gestão correta do produto, algo que só pode ser feito com o apoio dos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           parceiros locais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "A empresa não se encontra não somente focada nos números, mas em promover o espírito da empresa e a paixão das suas marcas”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Família, mentalidade empreendedora e valentia são os eixos centrais de atuação da Bacardí Martini Portugal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Se esta empresa fosse minha, faria este investimento?" É com este espírito que olham para o negócio, ao mesmo tempo que desafiam os ativos a olharem para a companhia como fosse uma startup. "Convidando-os a apresentar projetos arrojados e ideias que possam trazer valor acrescentado à nossa atividade”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portugal é mercado maduro, de dinâmicas muito intensas, concorrência muito forte e vulnerabilidade do preço, um país com “muito potencial, a atravessar um ponto de viragem, pelo que é o tempo de trazermos novas dinâmicas para um mercado no qual a família Bacardí acredita muito”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bacardi Martini é um universo onde marcas como Martini, Grey Goose, Bombay Shappire, Eristoff, Tequila Patrón, William Lawson’s, Dewar’s e, naturalmente, Bacardí são apenas algumas das referências no portfólio da companhia. “É a própria família Bacardí que decide que marcas quer trabalhar, com base no seu carácter e valores."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcas premium, trabalhadas com foco e paixão, por uma equipa que procura levar os seus clientes e parceiros a atuar numa lógica aspiracional e a criar e proporcionar momentos, a gerar valor acrescentado. “Não vendemos bebidas espirituosas, proporcionamos experiências. Razão pela qual se percebe a aposta crescente em ‘brand ambassadors’, de modo a poder ver, acompanhar, sentir a mudança que se está a verificar em Portugal, a estar mais próximo dos locais onde as nossas marcas são preferidas."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Portugal encontra-se a atravessar um momento superinteressante, onde a economia aparenta estar com um melhor desempenho, e o facto de ter recebido 29 milhões de visitantes trouxe, necessariamente, uma nova dinâmica ao país. Com o aumento da confiança no consumo, o canal on-trade e, consequentemente, o consumo de bebidas alcoólicas aumentou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A mudança, além do contexto favorável, passou por ser ter “mais pés na rua”, isto é, uma mudança premente no “route to market”, onde se optou por ter mais pessoas a trabalhar as marcas e a dar a conhecer as suas especificidades, face ao número de pessoas no escritório.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            “Temos mais gente a trabalhar o canal on-trade, numa perspectiva de fornecedor para parceiro. Uma abordagem personalizada, marca a marca, de modo a suprir as necessidades do mercado local. Proporcionamos experiências, pois trata-se de uma indústria que vive de momentos, circunstância, ‘lifestyle’ e cultura”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “nas bebidas premium, não é fácil criar. As pessoas têm que entender o motivo, têm que ter a aspiração certa, e nós temos o ímpeto para isso, assim como a paciência necessária”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A procura por valor acrescentado, produtos e experiências superiores são os “drivers” de crescimento presentes e futuros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pensar global para atuar local, com Portugal a ser um campeão de vendas dos Martinitos (garrafinhas individuais de seis centilitros). Formato exclusivo do nosso país e que tem permitido a esta marca de vermute estar no “top of mind” dos consumidores nacionais, granjeando um público de diversas faixas etárias e estratos sociais. O Martini Riserva Speciale, ou cocktails, como o Martini Tonic que, além da diversificação do consumo, servem para recrutar consumidores para a marca, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na maioria das vezes, temos as nossas estratégias a chegar do exterior para serem aplicadas localmente, isso fez com que certos produtos não estivessem a receber a atenção correta. Aposta concreta na consolidação das marcas, onde se inclui a inovação, que se pode traduzir em novos sabores ou novas formas de trabalhar o produto, ou ainda no rejuvenescimento dos rótulos existentes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://grandeconsumo.com/destaques/nao-vendemos-bebidas-proporcionamos-experiencias/?utm_source=Newsletter%2020/02/2019&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=https://grandeconsumo.com/destaques/nao-vendemos-bebidas-proporcionamos-experiencias/&amp;amp;utm_content&amp;amp;utm_campaign=Newsletter%20Grande%20Consumo%2020/02/2019#.Yhnv94rP25c" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo completo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-265704.jpeg" length="330148" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 20 Nov 2022 00:01:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/personalizacao-inovacao-e-proximidade</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-265704.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-265704.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>No online, o prazo de entrega é o fator mais importante</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/no-online-o-prazo-de-entrega-e-o-fator-mais-importante</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A falta de qualidade na entrega terá um impacto imediato nas compras futuras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O inquérito, realizado entre cerca de mil compradores online por país, destaca que 85% dos inquiridos considera
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            importante ou muito importante
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (42%) cumprir os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           prazos de entrega
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A maioria (57%) considera mesmo importante poder receber a sua encomenda no mesmo dia ou no dia seguinte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É o que revela um estudo em vários países europeus realizado pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.ipsos.com/en" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ipsos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://octopia.com/en/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Octopia.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também, a falta de qualidade na entrega terá um impacto imediato nas compras futuras. Uma má experiência de entrega faria os clientes não querer voltar a comprar na loja online em questão. Além disso, 59% escrevem uma crítica negativa quando a entrega não corresponde às suas expectativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           preço da entrega
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            continua a ser um elemento essencial. Todavia, o critério de preço nem sempre é suficiente para que uma encomenda seja efetuada. Nos critérios de escolha mais importantes para os clientes quando encomendam online, o preço da entrega fica em terceiro lugar, atrás da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           simplicidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de encomenda e da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           confiança
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que merece a loja online.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estes três critérios são seguidos da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            devolução gratuita.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O estudo sublinha que 84% dos compradores referem que as modalidades de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           devolução do produto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           serviço pós-venda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            são importantes. Tal como importante poder receber a encomenda numa determinada faixa horária.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://grandeconsumo.com/prazo-de-entrega-e-o-fator-mais-importante-para-os-compradores-online/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo completo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também noutro artigo, do Expresso, é referido "A rapidez de entrega é um dos fatores mais importantes e diferenciador para o consumidor no momento da entrega, situando-se, atualmente, e em média, em 3,5 dias", indica o estudo "Experiência de compra online e de operações 'last mile'", feito pela Deloitte em colaboração com a Associação Portuguesa de Logística (APLOG), onde foram analisadas 162 empresas de grande consumo com loja 'online' em Portugal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           sector alimentar e bebidas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é o que apresenta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           melhor desempenho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            quanto ao tempo da entrega, com três em cada quatro empresas a conseguirem entregar os produtos adquiridos 'online' em até dois dias.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O estudo indica ainda que os clientes pagam, em média,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4,2 euros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            por cada pedido de entrega, com o setor da eletrônica e telecomunicações a registar o custo inferior (1,9 euros) e onde apenas 7% das empresas apresenta um valor superior a 4 euros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais de metade (54%) dos carrinhos de compras virtuais abandonados têm como causa o custo da entrega. Os principais fatores que contribuem para o custo da entrega são as dimensões do produto, o valor total da compra e o prazo de entrega.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://expresso.pt/sociedade/2020-09-22-Empresas-demoram-em-media-35-dias-a-entregar-produtos-comprados-online#:~:text=%22A%20rapidez%20de%20entrega%20%C3%A9%20um%20dos%20fatores,de%20grande%20consumo%20com%20loja%20%27online%27%20em%20Portugal." target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Artigo completo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-6634177.jpeg" length="165346" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 19 Nov 2022 22:26:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/no-online-o-prazo-de-entrega-e-o-fator-mais-importante</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O serviço dos serviços no restaurante</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/o-servico-dos-servicos-no-restaurante</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O “serviço” é simplesmente o único produto que qualquer restaurante oferece
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O serviço recebido por quem entra porta adentro é um “serviço” de serviços, e tem os seus heróis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O serviço no restaurante, não é o serviço de mesa. É um dos vários serviços que constituem o serviço do restaurante. Entre os vários, conta-se o serviço de cozinha, o serviço de pastelaria, o serviço de bar, o serviço de reservas, o serviço de limpeza, o serviço de armazém, o serviço de acolhimento, o serviço de atendimento ao cliente, o serviço de venda, o serviço de vinhos, etc.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O “serviço” que é percebido, sentido e usufruído pelo cliente, é um serviço de um coletivo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O bom serviço deve resultar da eficaz organização e da interação bem oleada dos vários serviços, que cria valor à experiência do cliente, a qual merece, do restaurante, toda a responsabilidade e gratidão por este ter decidido entrar. Por honrar o restaurante com a sua presença. É o cliente, o bem mais precioso do restaurante. Não é o chef, não é a comida, nem o vinho, nem tão pouco o candeeiro xpto, é o cliente! O cliente é o órgão vital do restaurante. E não tem a obrigação de entrar. Escolhe e decide onde quer ir! Mais uma vez, o cliente, ao entrar no nosso restaurante, é uma honra suprema!!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-262047.jpeg" length="559266" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 19 Nov 2022 21:47:09 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/o-servico-dos-servicos-no-restaurante</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-262047.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-262047.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Factores que influenciam as compras de luxo dos EUA</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/factores-que-influenciam-as-compras-de-luxo-dos-eua</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/luxo-foto-951aec30-6e85d6e3.webp" alt="luxury purchase"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/luxo-foto-951aec30-6e85d6e3.webp" length="281931" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 13 Nov 2022 20:03:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/factores-que-influenciam-as-compras-de-luxo-dos-eua</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/luxo-foto-951aec30-6e85d6e3.webp">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Nova tecnologia da garrafa, reutilizar e reciclar</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/nova-tecnologia-da-garrafa-reutilizar-e-reciclar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Soam sinais de alarme. O combate à pegada de carbono, no mundo do vinho, passa, passará por alternativas às garrafas de vinho. Sem incluir a lata. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/garrafas.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Soam sinais de alarme. O combate à pegada de carbono, no mundo do vinho, passa, passará por alternativas às garrafas de vinho. Sem incluir a lata.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao contrário do mundo dos destilados e da cerveja, mais liberto de amarras, a indústria vinícola é muito ligada à tradição, e de pouco entusiasmo ao novo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mas, tal como as coisas estão não há lugar para fugas à dura realidade e alguns dos grandes nomes do vinho, procurem alternativas mais ecológicas do que a garrafa de uso único.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Porque o problema é este. Tem sido amplamente aceite que a maior contribuição para a pegada de carbono de um vinho vem, não das práticas da vinha ou da adega, mas da energia utilizada durante o fabrico e transporte da própria garrafa de vidro, da adega ao consumidor final.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E está a tornar-se cada vez mais claro que devem ser tomadas todas as medidas a fim de assegurar a viabilidade futura da viticultura, reduzindo as emissões de gases de estufa, mas em vez de reduzir, estamos a aumentar e a caminhar perigosamente para perto da zona de desastre, que dizimará metade do actual território vitícola mundial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em todo o mundo, um movimento em prol da reutilização de garrafas de vinho está a ganhar força. E em certa medida, parece estranho que tenha demorado tanto tempo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, na realidade, não demorou - acabámos de abandonar a prática quando a tecnologia, a conveniência e a abundância de oferta nos permitiram fazê-lo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vivendo períodos críticos de escassez garrafas e profusão de adversidades - crise económica, guerras - torna-se necessário que os consumidores levem as suas garrafas usadas e lavadas aos produtores para serem reabastecidas. É um conceito que não é de hoje, mas está em desuso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E já há várias ações nesse sentido.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A City Winery, cadeia de mais de uma dúzia de restaurantes, lançou oficialmente um programa de garrafas de vinho reutilizáveis em que dá aos participantes um crédito de 5 dólares para a sua próxima garrafa. (Uma vez devolvida, a garrafa é lavada e higienizada, depois enchida de novo).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Esperamos que isso ajude a criar um ciclo de comportamento do consumidor que mude a forma como as pessoas pensam beber vinho em casa. E apercebemo-nos que nunca irá substituir uma garrafa de grandes vinhos que precisa de 10 anos na cave. Destina-se a vinho jovem e fresco".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diana Snowden Seysses, uma enóloga do Domaine Dujac da Borgonha e do Napa's Snowden Vineyards and Ashes + Diamonds, ao oferecer o seu Merlot biodinâmico de 40 dólares, incita ativamente os clientes a trazerem a garrafa de volta para lavagem e reenchimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Sonoma, Caren McNamara fundou a Conscious Container, numa tentativa de "recolher todas as garrafas de vinho indesejadas, usadas ou rejeitadas para lavar e reutilizar ou para reciclagem", observando que 75 por cento do vidro nos EUA acaba em aterros sanitários. Após alguns programas piloto, McNamara começou a recrutar adegas na área da baía, dispostas a enviar o seu excesso de garrafas de vinho para serem limpas e distribuídas a adegas menores com desconto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outra redescoberta ecológica para a indústria é o conceito de oferecer - e desfrutar - o vinho em barril (wine-on-tap)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "O conceito de oferecer vinho em barris não é novo", diz Bruce Schneider, co-fundador do Projecto Gotham com Charles Bieler. "Os produtores de vinho de todo o mundo têm oferecido vinho a partir de pipas por alguma forma de torneira, durante centenas de anos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porque os barris duram mais de 40 anos, há uma enorme oportunidade de conservar energia. A partir das análises do ciclo de vida realizadas, em cada copo de vinho que servido na torneira versus o da garrafa, temos no mínimo uma redução de 35 por cento na produção de carbono. E se pensarmos que um barril é o equivalente a 26 garrafas, começamos a ter uma ideia da quantidade de carbono que podemos poupar".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bieler e Schneider sabiam que a tecnologia estava à altura da tarefa, mas estavam preocupados com a ampla aceitação da indústria, especialmente porque se estavam a concentrar no "lado mais nerd do vinho".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até agora, Gotham eliminou 6 milhões de garrafas de 750 ml com o programa wine-on-tap, diz Schneider.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desfrutar de um copo com um lado de poupança de energia e dinheiro é melhor para todos. Portanto, em breve poderá não ser apenas uma questão de fazer a coisa certa, mas de fazer a única coisa que podemos fazer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Artigo original,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.wine-searcher.com/m/2022/11/the-new-old-wine-bottle-technology" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1407846.jpeg" length="1064727" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Nov 2022 01:46:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/nova-tecnologia-da-garrafa-reutilizar-e-reciclar</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1407846.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1407846.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Região da Bairrada convida a participar nas vindimas</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/regiao-da-bairrada-convida-a-participar-nas-vindimas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Está aberta a época das vindimas, e com elas chegam os programas temáticos com várias propostas distintas. Em estreia os da Rota da Bairrada e os da Caves São João que se juntam a outros mais experimentados nestas atividades.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/bairrada-2.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um dia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ‘Na Rota das vindimas da Bairrada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ’
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O programa da Rota da Bairrada, intitulado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ‘Na Rota das vindimas da Bairrada’
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            convida os enoturistas a “vestir a camisola”, participando no dia-a-dia das gentes da Bairrada nesta que é uma época tão especial. Sempre na companhia de um guia Bairrada, esta é uma experiência que dá a oportunidade de conhecer as castas mais autênticas – e autóctones – da região, sentir o solo nos pés e descobrir a arte de vindimar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este programa, cujo produtor muda em função da oportunidade de se participar na vindima, tem início às 10h00, com receção dos participantes no Espaço Bairrada da Curia – e sede da Associação Rota da Bairrada, junto à Estação de Comboios. Já reunidos, seguem para a vindima.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Às 12h30 é tempo de fazer uma pausa, ali mesmo, na vinha, para um piquenique com leitão e doces regionais. As atividades são retomadas por volta das 14h30, com visita guiada a uma adega ou cave bairradina. O programa termina no ponto de partida, com uma harmonização bem típica: espumante e um ‘amor da Curia’.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Datas/Horários: Setembro e outubro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De segunda-feira a sábado, exceto feriados, das 10h00 às 16h30.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcação obrigatória e sujeita a disponibilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de participantes: 2 pessoas; máximo sob consulta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço (valor por pessoa com IVA): A partir de €75,00
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Possibilidade de deslocação em carro da Rota da Bairrada, com valor sob consulta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 231 503 105 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="null" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           geral@rotadabairrada.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Espaço Bairrada na Curia. Largo da Estação, 3780-541 Tamengos, Anadia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caves São João estreia dois programas vindimas na Quinta do Poço do Lobo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em tempo de vindimas, a empresa Caves São João propõe-lhe partir à descoberta da Quinta do Poço do Lobo, propriedade com 30 hectares de vinha e sete hectares de bosque e olival, inseridos numa paisagem única em Cantanhede. É neste local mágico e repleto de histórias que o produtor bairradino desenhou dois programas. Ambos têm as ruínas do antigo lagar como ponto de partida, onde os participantes recebem chapéu, balde, luvas e tesoura de vindima. Diferem na forma de terminar o programa, um, mais completo, com um ‘picnic no bosque’ e o outro, mais ligeiro, com um ‘brinde na eira’.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Datas: Última semana de agosto e setembro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , sempre que haja condições para a realização de vindimas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De segunda a sexta-feira, exceto feriados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcação obrigatória e sujeita a disponibilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de participantes: 2 pessoas; máximo sob consulta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço (valor por pessoa com IVA): Picnic no bosque - €50,00 / Brinde na Eira - €20,00
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 234 743 118 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="null" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           geral@cavessaojoao.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Quinta do Poço do Lobo, Pocariça, Cantanhede
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caves Aliança - Vindimas na Bairrada “A Tradição”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O programa da Aliança Vinhos de Portugal tem início nas Caves com o mesmo nome, em Sangalhos. É dali que os participantes partem para a vinha, onde são formadas equipas e lhes é entregue o material necessário para o corte das uvas – uma tesoura e um balde. A manhã não termina sem um lanche, ao qual se segue uma visita, que vai da adega – onde acompanham o processo de receção das uvas nos tegões e sua transformação em mosto – ao Aliança Underground Museum.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Datas: Setembro e primeira quinzena de outubro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , sempre que haja condições para a realização de vindimas. De segunda a sexta-feira, exceto feriados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcação obrigatória e sujeita a disponibilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de participantes: 10 a 100 pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço (valor por pessoa com IVA): €60,00
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 234 732 045 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="null" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           visitas@alianca.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Aliança Vinhos de Portugal - Rua do Comércio, 444, 3781-908 Sangalhos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Caves do Solar de São Domingos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           propõe roteiro vitivinícola na Bairrada em tempo de vindimas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De há uns anos a esta parte, o produtor Caves do Solar de São Domingos organiza programas alusivos aos trabalhos da vinha ao longo do ano, sendo os mais emblemáticos o da poda, no inverno, e o de vindimas, nesta altura, dando assim a oportunidade a quem neles participa de contactarem de perto com a realidade da vinha e do vinho, admirando ainda mais este que é um sector de forte importância para o país, cultural e economicamente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O programa de vindimas começa às 09h30, com ponto de encontro marcado no Espaço Bairrada da Curia, junto à Estação de Comboios. Os participantes seguem, em carro próprio, para a Quinta de S. Lourenço, onde começa a atividade propriamente dita, seguindo para Óis do Bairro para descobrirem outra emblemática vinha deste produtor e, depois, para São Mateus, onde lhes é servido um espumante de honra e aperitivos diversos. Esta experiência continua já nas Caves do Solar de São Domingo, às 12h30, com visita às galerias e visualização do processo de estágio dos espumantes. O almoço é servido pelas 13h30 e o menu inclui o típico leitão assado à Bairrada, acompanhado de batata frita e pão da Mealhada, e termina com ‘Amor(es) da Curia’. A harmonização é feita com espumantes, vinhos DO Bairrada e aguardente São Domingos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Datas: Sempre que haja condições para a realização de vindimas. De segunda a sexta-feira, exceto feriados. Marcação obrigatória e sujeita a disponibilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de participantes: 8 a 30 pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço (valor por pessoa com IVA): €75,00
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contacto: 231 519 680 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="null" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           info@cavesaodomingos.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada (ponto de encontro): Espaço Bairrada na Curia - Largo da Estação, 3780-541 Tamengos, Anadia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/bairrada.jpg" length="181124" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 30 Aug 2022 22:48:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/regiao-da-bairrada-convida-a-participar-nas-vindimas</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/bairrada.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/bairrada.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tapada de Coelheiros inaugura programa de vindimas</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/tapada-de-coelheiros-inaugura-programa-de-vindimas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pela primeira vez, a Tapada de Coelheiros cria um programa de vindimas aberto ao público, nos fins de semana de 3 e 10 de Setembro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/tapada-de-coelheiros.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Tapada de Coelheiros abre as suas portas para as vindimas, pela primeira vez, criando um programa completo que inclui almoço com prova de vinhos e visita de jipe à propriedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos dias 3, 4, 10 e 11 de Setembro, a Tapada de Coelheiros abre as suas portas ao público para que possa fazer parte da vindima destes míticos vinhos da região do Alentejo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O programa inicia-se pelas 9:30h, evitando as horas de grande calor, com um briefing e entrega de um Kit Vindima com todos os materiais necessários. A meio da manhã, haverá uma pausa para a “bucha”, tradicional reforço dos trabalhadores de campo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No final da vindima, os participantes terão a oportunidade de realizar uma visita completa antes de se dirigirem para um almoço tipicamente alentejano com prova dos vinhos Coelheiros, num local único da Tapada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta é uma excelente oportunidade para conhecer uma propriedade que, no início dos anos 90, produziu um dos mais icónicos vinhos do Alentejo e que, hoje, está de olhos postos num futuro baseado em sustentabilidade e regeneração, tendo sido um dos primeiros produtores a adquirir a certificação PSVC (Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O programa de vindimas da Tapada de Coelheiros tem um valor de 85€ por pessoa e os lugares são limitados a 8 pessoas, por dia. Para reservar, envie email para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:info@coelheiros.pt" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           info@coelheiros.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ou ligue para o +351 266 470 000.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Programa_Vindimas_TapadaCoelheiros_1.jpg" length="328937" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 30 Aug 2022 22:26:19 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Programa_Vindimas_TapadaCoelheiros_1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Programa_Vindimas_TapadaCoelheiros_1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>“Trio de Experiências em Vila Nova de Gaia” da Real Companhia Velha</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/trio-de-experiencias-em-vila-nova-de-gaia-da-real-companhia-velha</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Real Companhia Velha, a mais antiga empresa de vinhos em Portugal, criou um novo programa intitulado de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ‘Real Companhia Velha – Trio de Experiências em Vila Nova de Gaia’
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e inclui visita premium às Caves de Vinho do Porto, visita ao Museu da 1.ª Demarcação e, no final, um descontraído almoço na Enoteca 17.56.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/01+RCV+Caves+de+Vinho+do+Porto+-+DSC01718.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Novo programa de enoturismo da Real Companhia Velha, constitui-se num Trio de Experiências nos seus dois centros de visitas em Vila Nova de Gaia:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caves de Vinho do Porto e 17.56 Museu &amp;amp; Enoteca da Real Companhia Velha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O programa tem início às 10h00, com uma visita premium às Caves da Real Companhia Velha, situadas na Rua Azevedo de Magalhães, 314.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apoiados num guia especializado, esta experiência inicia-se com a projeção de um vídeo sobre a história da Real Companhia Velha e o processo de elaboração do Vinho do Porto, desde o Douro até Vila Nova de Gaia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prossegue pelo armazém principal de envelhecimento, um local verdadeiramente mítico, marcado pelo silêncio profundo e pela penumbra constante, repleto de cascos, tonéis e balseiros de madeiras nobres, onde o vinho repousa e envelhece durante anos, décadas e até séculos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O programa inclui visita pelo Museu Vintage e termina com a degustação de quatro Vinhos do Porto – Extra Dry White; Late Bottled Vintage (LBV); Carvalhas Reserva Tawny; e Tawny 20 Anos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O segundo momento deste trio tem lugar já no Cais de Gaia, de frente para a zona ribeirinha do Porto. É aí, na Alameda da Rua Serpa Pinto, n.º 44B, que se situa o centro de visitas 17.56 Museu &amp;amp; Enoteca da Real Companhia Velha. A visita ao
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Museu da 1.ª Demarcação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tem início às 11h30 e duração de cerca de uma hora, terminando na loja, onde pode ficar a conhecer a vasta oferta vínica da Companhia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Finalmente, chega a altura de subir ao primeiro piso do centro de visitas para um almoço descontraído na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enoteca 17.56
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , um espaço amplo, com restaurante, duas salas privadas e um terraço panorâmico, com vista para o Porto antigo. Neste programa, o almoço inicia-se com um refrescante ‘Porto Tónico’ como aperitivo e inclui entrada, prato e sobremesa, para além do couvert.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O programa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ‘Real Companhia Velha – Trio de Experiências em Vila Nova de Gaia’
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            está disponível de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            terça-feira a Sábado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           e tem um
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            valor de€68,00 por pessoa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , com IVA incluído. As deslocações são feitas no transporte do visitante, permitindo-lhe maior conforto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O programa tem percurso e horários fixos, não podendo ser alterados. A marcação é obrigatória e é feita junto do departamento de turismo da Real Companhia Velha, através dos contactos 223 775 194 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="null" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           turismo@realcompanhiavelha.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Real Companhia Velha – Trio de Experiências em Vila Nova de Gaia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PROGRAMA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            10h00
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – Caves de Vinho do Porto Real Companhia Velha – Visita Premium
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Rua Azevedo Magalhães, 314, 4430-952 Vila Nova de Gaia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           11h30
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – Centro de Visitas 17.56 Museu &amp;amp; Enoteca da Real Companhia Velha
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Alameda da Rua de Serpa Pinto, 44B 4400-307 Vila Nova de Gaia 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           11h30
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – Museu da 1.ª Demarcação – Visita Standard
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            12h30
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – Enoteca 17.56 – Almoço a três tempos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/01+RCV+Caves+de+Vinho+do+Porto+-+DSC09729+%281%29.jpg" length="417062" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 30 Aug 2022 21:56:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/trio-de-experiencias-em-vila-nova-de-gaia-da-real-companhia-velha</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/01+RCV+Caves+de+Vinho+do+Porto+-+DSC09729+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/01+RCV+Caves+de+Vinho+do+Porto+-+DSC09729+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Enoturismo: cinco programas de vindimas na região dos Vinhos do Tejo</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/enoturismo-cinco-programas-de-vindimas-na-regiao-dos-vinhos-do-tejo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apenas a cerca de uma hora da capital, a região dos Vinhos do Tejo convida ao enoturismo, tendo como foco os programas de vindimas, exclusivos desta época do ano, tão especial para quem vive no sector e para os amantes de vinho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/20180831_GONCALO-VILLAVERDE_0338.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos meses de Agosto e Setembro, cinco dos produtores do Tejo –
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adega do Cartaxo; Casa Paciência; Quinta da Atela; Quinta São João Batista, da Enoport Wines
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ; e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Encosta Sobral, da Santos &amp;amp; Seixo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – vão abrir as suas portas e ensinar a arte de vindimar. Há programas para todos os gostos, que somam à apanha da uva, visitas às adegas, provas de vinhos e/ou almoços e jantares enogastronómicos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada quinta terá o seu próprio programa e respectivo calendário, sendo que todos estão sujeitos a marcação prévia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Programas de Vindimas na Região dos Vinhos do Tejo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adega do Cartaxo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Situada na terra que lhe dá nome, a Adega do Cartaxo brinda-nos com dois programas. O primeiro tem um valor de €5,00 e inclui a recepção dos participantes com welcome drink e uma breve apresentação da empresa; visita à adega, com explicação dos vários espaços – zona de vinificação, linhas de enchimento, laboratório, sala de barricas e o armazém de produto acabado – e respectivos processos de produção, da vinha ao vinho; e prova comentada de alguns dos seus Vinhos do Tejo. Com uma oferta mais alargada, em que se soma à opção descrita um passeio pelas vinhas, com explicação das diversas castas, a experiência de vindimar e almoço, há um programa disponível por €30,00, valor que inclui ainda uma t-shirt e um chapéu de palha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Condições:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Datas: Setembro, de segunda a sexta-feira. Marcação obrigatória, com 48 horas de antecedência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de Participantes: 4 a 12 pessoas por grupo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço: Programa com visita, prova, vindima e almoço - €30,00. Programa visita e prova - €5,00
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 243 770 287 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           loja@adegacartaxo.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Estrada Nacional 365-2, 2070-220 Cartaxo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Casa Paciência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos produtores mais antigos da região dos Vinhos do Tejo, a Casa Paciência convida a conhecerem e desfrutarem da boa hospitalidade ribatejana. O seu programa de vindimas começa com um welcome drink, onde é apresentada a Casa Paciência e entregue o “kit de vindima”. Segue com um passeio pelas vinhas e com a participação na vindima, com corte de uvas e a tradicional bucha, que ajudará a carregar baterias para a visita à adega e para o momento em que o visitante terá que saltar para o lagar para pisar uvas (sujeito a disponibilidade). No final da manhã ou da tarde, é tempo de provar mosto de uva e três vinhos da Casa. Três horas de partilha que culminam com almoço ou jantar regional, acompanhado pelos vinhos Paciência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Datas: De 15 de Agosto a 30 de Setembro, mediante disponibilidade e marcação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de Participantes: 4 a 20 pessoas por grupo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço: €45,00 por pessoa (refeição com prato regional e sobremesa)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 243 558 804 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           info@casapaciencia.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Rua Dr. Queirós Vaz Guedes, 128, 2090-079 Alpiarça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quinta da Atela
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Alpiarça, no coração do Ribatejo, há um produtor que opta por abrir as suas portas para “Um dia nas vindimas da Quinta da Atela”. Este programa já tem data marcada e acontece no Sábado, dia 10 de Setembro, com início às 09h00 e lotação máxima de 100 pessoas. Em família ou com amigos, a Quinta da Atela promete uma manhã plena de actividades e um almoço e início de tarde cheios de animação: recepção de boas-vindas com welcome drink; passeio pelas vinhas em veículo todo-o-terreno, com paragens para identificação de castas e análise sensorial de bagos e grainhas; visita aos diversos espaços de enoturismo, à cave e à adega, onde os entusiastas do vinho vão poder perceber como se processam as uvas até se transformarem em vinho e ter a oportunidade de colocar o ‘pé na uva’. No final, a degustação de um almoço, em regime de buffet, e de uma sobremesa bastante especial: o pudim da Quinta da Atela. Uma refeição acompanhada por vinhos da Quinta da Atela e animação musical. Os participantes recebem uma t-shirt e um chapéu de palha como recordação desta vindima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Data: Sábado, dia 10 de Setembro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de Participantes: Até 100 pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço: €27,00 (15 ou mais anos); €13,50 (10 aos 14 anos); €0,00 (crianças até aos 9 anos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As reservas só são contabilizadas mediante pagamento, feito até dia 05 de Setembro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 243 400 423; 967 105 781 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           turismo@quintadaatela.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: EN 118, Km 78, em Alpiarça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quinta São João Batista (Enoport Wines)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À semelhança do que tem proposto nos anos anteriores optou pela experiência de ‘Um dia na vindima’. O programa é no Sábado, dia 03 de Setembro, às 10h00, na Quinta de São João Batista, a propriedade que este produtor tem na região dos Vinhos do Tejo, com morada na Brogueira, concelho de Torres Novas. Neste dia, todos os participantes vão ter a oportunidade de “meter as mãos [e os pés] na massa”! O programa começa com uma breve explicação do que vai acontecer e segue com visita a uma das vinhas, onde são desafiados a fazer a “vindima manual”, que consiste em apanhar uvas à mão (em contraste com a vindima à máquina, cada vez mais essencial devido à falta de mão de obra e necessidade de ter as uvas sãs na adega). Da vinha vão para a adega, onde podem fazer pisa das uvas a pé, e depois cave de barricas, uma das mais grandiosas da região. O programa termina com um almoço piquenique no jardim desta emblemática e secular Quinta. Para além dos vinhos com chancela Quinta S. João Batista, haverá espaço para outras marcas – sempre com selo dos Vinhos do Tejo – e para a degustação de mosto de uva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Data: Sábado, dia 03 de Setembro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de Participantes: Até 50 pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço: €60,00 (17 ou mais anos) e €25,00 (7 a 16 anos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 912 347 955 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           qsjb@enoport.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Brogueira, 2350-052 Torres Novas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Encosta do Sobral (Santos &amp;amp; Seixo)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Situada na Serra, em Tomar, Encosta do Sobral é, desde Julho de 2019, o braço dos Vinhos do Tejo do grupo Santos &amp;amp; Seixo. Eleita empresa dinamismo estreia-se este ano nestas lides de enoturismo em tempo de vindimas, não com um, mas com dois programas, convidando à experiência completa, desde a apanha da uva nas vinhas até à prova do vinho no copo. Vestidos a rigor, com t-shirt e chapéu, os participantes do programa mais completo são brindados com café de boas-vindas junto à vinha (café, pão, queijos e enchidos); passeio pelas vinhas, para observar as práticas e tradições da apanha da uva, sendo os mais activos convidados a vindimar; visita à adega, com descrição do processo de vinificação e estágio dos vinhos; prova de vinhos e almoço na quinta. Há opção sem almoço.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Datas: Setembro, de segunda a sexta-feira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número de Participantes: 10 a 20 pessoas por grupo 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preço: Programa com almoço - €70,00 (16 ou mais anos) e €30,00 (crianças até 15 anos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Programa sem almoço - €45,00 (16 ou mais anos) e €15,00 (crianças até aos 15 anos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contactos: 249 371 510 ou 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           comercial@santoseseixo.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Morada: Encosta do Sobral, Outeiro, 2300-244 Tomar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/tejo.jpg" length="96668" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 30 Aug 2022 21:25:01 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Vindimas no Alentejo, programas para todos os gostos</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/vindimas-no-alentejo-programas-para-todos-os-gostos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um conjunto de programas diversificados que incluem desde visitas às herdades, pisa de uva ou experiências gastronómicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/vindima.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foto: Pexels
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desde a visita a campos e adegas, pisa de uva, provas de vinhos ou experiências gastronómicas, a Rota dos Vinhos do Alentejo contabiliza mais de uma dezena de programas de vindimas à medida de todo o tipo de turistas. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1.  Adega Vidigueira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Durante o mês de setembro, a Adega Vidigueira convida a um programa de seis horas com direito a visita às vinhas dos associados da Adega, pausa para a “bucha” – o tradicional petisco a meio da manhã –, e, ainda, a conhecer o processo de vinificação. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A atividade termina com um almoço harmonizado com os néctares dos associados, na Casa das Talhas, e os participantes poderão, ainda, usufruir da oferta de uma garrafa de vinho por pessoa.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Bairro Industrial 7960-305 Vidigueira
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €55 p.p.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://adegavidigueira.pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           www.adegavidigueira.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2.  Adega José de Sousa 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De 20 de agosto a 18 de setembro, a Adega José de Sousa propõe um programa matinal de cerca de duas horas no qual os participantes poderão participar nas atividades a decorrer na Adega Nova e na Adega dos Potes. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Todos aqueles que pretendam conhecer, não só os néctares da região, mas também a sua gastronomia, poderão seguir para um almoço de petiscos tipicamente alentejanos, acompanhados pelos vinhos José de Sousa. Caso não pretenda deixar-se ficar para almoçar, poderá terminar a manhã com a prova de três vinhos da marca acompanhados de enchidos, queijo, pão e azeite regionais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: R. de Mourão 1 7200, Reguengos de Monsaraz
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: Desde €28 p.p. (sem almoço) ou €58 p.p. (com almoço)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.jmf.pt/index.php?id=8" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.jmf.pt/index.php?id=8
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           3.  Adega do Rocim
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Diariamente até dia 4 de setembro, os visitantes da Adega do Rocim, terão a oportunidade de ficar a conhecer o processo de vindima e terminar a experiência com uma bucha alentejana composta por produtos locais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Já no dia 17 de setembro, é tempo de cante da vindima do Rocim, podendo juntar-se a uma celebração da vindima embalada pelo cante alentejano. O dia começa com a visita à vinha para conhecer o processo de vindima, segue-se a visita à adega e o almoço tipicamente alentejano harmonizado com os vinhos da herdade do Rocim e, por fim, é tempo de os participantes fazerem o seu próprio lote de vinho com algumas colheitas dos anos anteriores, vivendo um dia na "pele" do enólogo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Estrada Nacional 387, 7940-909 Cuba
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: Programa com bucha - €35 p.p.; Programa com cante alentejano – €80 p.p.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://rocim.pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://rocim.pt/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://rocim.pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4.   Casa Relvas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entre 20 de agosto e 20 de setembro, a Casa Relvas abre as suas portas para acolher todos os interessados, em conhecer o processo de produção dos seus vinhos. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A proposta convida a um programa de cinco horas, que inclui um passeio na vinha, a identificação de castas e análise sensorial de bagos, grainhas e engaços, a vindima manual, pisa a pé e ainda a prova de mostos. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quem se quiser deixar ficar, pode ainda seguir para um almoço acompanhado de prova de vinhos da Herdade. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: S. Miguel de Machede, 7005-752 Évora
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €50 p.p. (sem almoço) ou €80 p.p. (com almoço)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://casarelvas.pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://casarelvas.pt/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://casarelvas.pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5.  Fitapreta 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na Fitapreta, as sugestões do programa de vindimas passam por uma visita à adega e atividades de enologia, a prova de cinco vinhos acompanhados de petiscos e um almoço no Paço Medieval.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para aqueles que pretendam conhecer a prática adotada para fugir ao calor intenso da região, há ainda a possibilidade de fazer parte da vindima noturna. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Paço do Morgado de Oliveira, Estrada M527 km10, 7000-016 Évora
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €125 p.p. (sem vindima noturna) ou €200 p.p. (inclui vindima noturna)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.fitapreta.com" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           www.fitapreta.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.fitapreta.com" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6.  Gerações da Talha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Este programa, focado exclusivamente no vinho de talha, inclui uma visita à adega, em Vila de Frades, a apresentação do processo e explicação da história deste vinho tradicional alentejano e ainda a possibilidade de participar na arte de mexer as talhas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O programa de duas horas, fica concluído com a prova de dois vinhos de talha acompanhados de petiscos regionais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: R. de Lisboa 29A, 7960-432 Vila de Frades
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €20 p.p.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://geracoesdatalha.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://geracoesdatalha.com/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://geracoesdatalha.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7.  Herdade das Servas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nos dias 8, 9, 10, 16 e 17 de setembro, os visitantes da Herdade das Servas vão ter a oportunidade de participar numa pisa a pé em lagares de mármore na famosa Herdade de Estremoz. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Também incluído neste programa de vindimas está a visita ao jardim, adega e cave, bem como uma prova de vinhos com harmonização e, ainda, a oferta de uma garrafa de vinho aí produzida. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Herdade das Servas, apt 286 7101-909 Estremoz, Portugal
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €45 p.p.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://herdadedasservas.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://herdadedasservas.com/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://herdadedasservas.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           8.  Herdade de Coelheiros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nos dias 3, 4, 10 e 11 de Setembro, a Tapada de Coelheiros convida a juntar-se à vindima. As atividades iniciam-se pelas 09h30, com a entrega de um Kit Vindima com todos os materiais necessários. Pelo meio da manhã, há direito a pausa para a “bucha”, tradicional reforço dos trabalhadores de campo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segue-se uma visita completa à herdade e o programa fecha com chave de ouro, com um almoço tipicamente alentejano acompanhado de uma prova dos vinhos Coelheiros. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Herdade de Coelheiros, 7040-202 Igrejinha
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: 85€ p. p
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.coelheiros.pt/pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.coelheiros.pt/pt/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.coelheiros.pt/pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           9.  Herdade do Sobroso 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Herdade do Sobroso vai dar aos visitantes a possibilidade de porem mão à obra e participarem no processo de vindima. Posteriormente, podem contar com uma visita à adega, onde terão direito a uma prova comentada pelo enólogo da herdade e a uma degustação de queijos tradicionais do Alentejo. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O programa fecha com um almoço composto por cinco entradas, prato principal, doces conventuais, fruta laminada, chá, café e bolinhos e vinhos Herdade do Sobroso. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Herdade do Sobroso, 7960-909 Vidigueira
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €85 p.p. ou €195 p.p. (com alojamento na Herdade do Sobroso Boutique Hotel)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.herdadedosobroso.pt" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           www.herdadedosobroso.pt
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           10. Herdade Grande
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na Herdade Grande, o programa de vindima inclui visita à vindima, adega e prova de vinhos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Herdade Grande, 7960-909 Vidigueira
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: Sob consulta
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://herdadegrande.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://herdadegrande.com/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           11. João Portugal Ramos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com início numa visita ao miradouro da cidade, neste produtor de Estremoz os “enocuriosos” terão a oportunidade de vindimar e sentir o ambiente que se vive nas vinhas. Segue-se a pisa a pé das uvas em lagares de mármore e logo depois uma visita à Adega e Caves. Por fim, delicie-se com um almoço de vindima.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Adega Vila Santa, Estrada Nacional 4, 7100-149 Estremoz
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €75 p.p.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.jportugalramos.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.jportugalramos.com/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.jportugalramos.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           12. Malhadinha Nova 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Herdade da Malhadinha Nova apresenta um programa de vindimas especial que poderá ter a duração de duas, três ou cinco noites e que possibilita que participantes acompanhem todo o processo de criação dos vinhos da Malhadinha. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A propostas para estes dias na Malhadinha vão desde jantares temáticos, visitas à propriedade em todo-o-terreno vintage, colheita manual das uvas, pela madrugada, pequeno-almoço na vinha, massagem de vinoterapia, pisa da uva, workshop de cozinha, a elaboração de um lote de vinho, experiência de balão de ar quente, prova de mostos, um banho especial de vinoterapia, entre muitas outras iniciativas que prometem fazer destes dias, uma experiência única. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Herdade da Malhadinha Nova, 7800-601 Albernoa
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: Para a experiência de 5 noites, entre €2 100 e €3 100 p.p.; de 3 noites, entre €1 300 e €1 900 p.p.; e de 2 noites, entre €780 e €1 180 p.p.. Os valores indicados incluem alojamento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.malhadinhanova.pt/pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.malhadinhanova.pt/pt/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.malhadinhanova.pt/pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           13. Quinta da Fonte Souto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entre 5 e 25 de setembro, poderá desfrutar de uma visita guiada à Quinta da Fonte do Souto, em Portalegre e contar com um passeio pela sua vinha, a prova de três vinhos distintos e a participação nas atividades de vindima. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para aqueles que queiram deixar-se ficar, podem ainda usufruir de um piquenique na Quinta. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Quinta da Fonte Souto, Estrada de Alegrete, Reguengo e São Julião, 7300-404
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €15 p.p. (sem piquenique) e €35 p.p. (com piquenique)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.fontesouto.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.fontesouto.com/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           14. Torre de Palma
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Respeitando as raízes romanas em Torre de Palma, celebra-se o vinho na “Lusitânia”, tal como no período romano. A “vinalia rustica” marca o início das vindimas em meados de agosto, bem como o início do programa de vindimas. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em outubro, finda o programa, celebrando a “meditrinalia”, data em que o mosto é consagrado. Durante as semanas em que se realiza a vindima, os participantes vão poder passar um dia na vinha, participar na colheita, e na adega poderão saber mais sobre as vinhas e castas, escolher as melhores uvas e provar os vinhos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Caso pretendam, os participantes poderão, ainda, almoçar ou jantar no Restaurante Palma. Por fim, podem contar com a oferta de uma garrafa de vinho Torre de Palma Tinto BASILII como lembrança das vindimas
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Herdade de Torre de Palma, 7450-250
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €84 p.p.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.torredepalma.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.torredepalma.com/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.torredepalma.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           15. Santa Vitória / Vila Galé Clube de Campo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No Vila Galé de Beja, a sugestão é um programa de duas horas com passeio pelas vinhas e apanha de uva, uma visita à adega com a presença da enóloga dos vinhos Santa Vitória e uma visita à cave das barricas. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para fechar a manhã, terá, ainda, a oportunidade de fazer uma prova de vinhos Santa Vitória acompanhados de petiscos regionais. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Morada: Herdade da Figueirinha - Santa Vitória, 7800-730 Beja
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Preço: €30 p.p. (com almoço acrescem €35 p.p.)
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Website: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.vilagale.com/pt/hoteis/alentejo/vila-gale-clube-de-campo" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.vilagale.com/pt/hoteis/alentejo/vila-gale-clube-de-campo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5529569.jpeg" length="741953" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 30 Aug 2022 18:51:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/vindimas-no-alentejo-programas-para-todos-os-gostos</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5529569.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Portugal vindima, previsão de colheita – Campanha 2022/2023</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/portugal-vindima-previsao-de-colheita-campanha-2022-2023</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quebra de 9% na produção de vinho na campanha 2022/23 face a 2021/22 de acordo com nota informativa do Instituto da Vinha e do Vinho de 1 de Agosto de 2022.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estima-se que a produção de vinho na campanha 2022/2023 ronde os 6,7 milhões de hectolitros, uma quebra de 9% comparativamente à campanha 2021/2022. Contudo, constata-se um aumento de 2% na média dos últimos 5 anos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As regiões do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Douro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lisboa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            apresentam as maiores quebras percentuais, na ordem dos -20%.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É nas regiões do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Minho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (+10%) e das
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terras de Cister
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (+10%) onde se prevê o maior crescimento da produção, face à campanha anterior.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na generalidade, as uvas apresentam um bom estado fitossanitário sem registo de doenças ou pragas, no entanto, a falta de água e as ondas de calor levaram a forte stress hídrico e térmico, determinantes na quantidade e qualidade da colheita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na região do MINHO, é previsto um aumento na produção de cerca de 10%. A baixa incidência de pragas e doenças afigura-se como a principal causa para este aumento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na região de TRÁS-OS-MONTES, a previsão aponta para uma quebra da produção na ordem dos 10%. As elevadas temperaturas e a seca extrema que se fazem sentir na região são as principais causas da diminuição prevista da produção.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na região DOURO E PORTO, apesar das boas condições sanitárias que promoveram um normal desenvolvimento vegetativo, as ondas de calor (provocando o escaldão) e a falta de água têm vindo a acentuar as situações de stress que afetam a maturação da uva e respetivo rendimento, com a referida antecipação de quebras de 20%.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região da BEIRA ATLÂNTICO, a previsão aponta para uma produção semelhante à campanha passada. Todavia, as temperaturas altas e a pouca humidade registada poderão ainda afetar o normal desenvolvimento dos cachos (tamanho e peso).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região TERRAS DO DÃO prevê-se uma quebra na produção de 15%, não se ficando a dever à reduzida incidência de problemas sanitários, mas às ondas de calor e o stress hídrico nas videiras, no entanto, prevê-se que a qualidade da colheita seja elevada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região TERRAS DA BEIRA, a previsão aponta para uma quebra da produção de cerca de 10% face à campanha 2021/22, mais pelos efeitos da seca do que devido a questões fitossanitárias.  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na região TERRAS DE CISTER, prevê-se um aumento na colheita na ordem dos 10%.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região do TEJO, as vinhas encontram-se com bom vigor, porém, o escaldão ocorrido parou o ciclo vegetativo das plantas. Prevê-se ainda assim um aumento da produção de cerca de 5%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região de LISBOA, o decréscimo da produção deve-se à pouca humidade no solo que não tem possibilitado o desenvolvimento dos bagos. A onda de calor, entretanto registada, causou escaldão, em especial, nas vinhas mais novas com menos superfície foliar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na região da PENÍNSULA DE SETÚBAL, é esperada uma quebra de 5% na produção, devido aos episódios de escaldão do mês de julho com temperaturas acima dos 40°C e à atual situação de seca severa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região do ALENTEJO, estima-se que a produção de vinho venha a ter uma quebra na ordem dos 5%. Recentemente aconteceram alguns focos de escaldão, mas a perspetiva é de boa qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região do ALGARVE, a previsão de produção indica um aumento de cerca de 5% e com elevada qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região da MADEIRA, estima-se uma quebra na produção de cerca de 7% e perspetiva-se vindima de boa qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na região dos AÇORES, a previsão global é de uma diminuição de produção na ordem dos 10%. O ciclo vegetativo e produtivo têm sofrido alguns danos, devido às condições climatéricas nos meses de abril, maio e junho, com ventos fortes, ressalgas marinhas e eventos de ataques de míldio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/previs-C3-A3o-de-colheita-.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 28 Aug 2022 22:49:57 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-3840334.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Vindimas precoces em Bordeaux e Champagne</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/vindimas-precoces-em-bordeaux-e-champagne</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Bordeaux as vindimas mais precoces de sempre devido à onda de calor e à seca. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em Bordeaux as vindimas mais precoces de sempre devido à onda de calor e à seca. "Estas são realmente as mais precoces vindimas que já tivemos", disse Jacques Lurton, presidente da denominação Pessac-Léognan à France-Presse, “isto deve-se a uma climatologia excepcional, o ciclo da vinha acelerou para além do que sabíamos".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Normalmente as uvas para os crémants (espumantes) são as primeiras a apanhar, este ano foram os brancos secos que inauguraram a vindima com as uvas Sauvignon Blanc a já terem alcançado a maturação ideal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em Bordéus, como em muitas zonas vitícolas francesas, as altas temperaturas de Junho, Julho e Agosto aceleraram a maturação das uvas, forçando os viticultores a antecipar a vindima em vários dias, ou mesmo várias semanas. Alguns viticultores de Languedoc-Roussillon já estavam a podar no final de Julho, de acordo com notícia da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.wine-searcher.com/m/2022/08/heat-prompts-early-start-for-bordeaux" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Wine-Searcher.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para além do calor abrasador, houve "uma seca sem precedentes na Gironde”, descreve ainda Lurton. "As vinhas resistiram. Sofreram, mas não ao ponto de se definharem". Três denominações - Pessac-Léognan, Pomerol e Saint-Émilion - foram autorizadas a irrigar as suas jovens videiras, devido às condições climáticas extremas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em Champagne, a vindima iniciou oficialmente a 21 de Agosto, decorrendo até 6 de Setembro e espera-se "um excelente rendimento" após a difícil colheita de 2021.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este ano os produtores e casas de Champagne fixaram um rendimento de 12.000 quilos por hectare para a colheita de 2022, que é o nível mais elevado em 15 anos, segundo a publicação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.thedrinksbusiness.com/2022/08/harvesting-starts-in-champagne/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           The Drinks Business
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Após a notável recuperação das exportações de Champagne em 2021, onde se regista o recorde para os Estados Unidos, o Champagne espera um excelente rendimento em 2022", disse Jennifer Hall, diretora do Departamento de Champagne, EUA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As exportações de champanhe na primeira metade de 2022 foram cerca de 130 milhões de garrafas em todo o mundo, representando um aumento de 13,8% em comparação com o mesmo período em 2021, no total anual de 320 milhões de garrafas o seu maior volume na última década.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5529574.jpeg" length="483279" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 28 Aug 2022 21:50:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/vindimas-precoces-em-bordeaux-e-champagne</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5529574.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5529574.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Alimentos - Consumo - Bem-estar, alegações funcionais importam</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/alimentos-consumo-bem-estar-alegacoes-funcionais-importam</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-811575.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cerca de 44% dos consumidores globais estão, procuram cada vez mais produtos alimentares e bebidas funcionais, de acordo com novo estudo da FMCG Gurus referido pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://grandeconsumo.com/free-from-e-alegacoes-funcionais-ganham-importancia/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Grande Consumo.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A abordagem de longo prazo proativa e preventiva do bem-estar dos consumidores, tem levado ao aumento da procura de produtos funcionais, com ingredientes ativos e alegadamente benéficos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           63% dos consumidores refere maior atenção á rotulagem dos ingredientes em produtos alimentares e bebidas, atitude fortemente influenciada por uma maior tomada de consciência em matéria de saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como motivação os consumidores procuram moderar a ingestão de ingredientes “maus” (60%), em oposição a maximizar a ingestão de ingredientes “bons” (54%). O açúcar é um dos ingredientes que os consumidores procuram ativamente reduzir, assim como evitar ingredientes artificiais que consideram prejudiciais para si mesmos e para o ambiente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isto deverá estimular a procura de produtos funcionais, alimentos e bebidas, que são considerados 100% naturais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo este estudo, os consumidores também procuram produtos “free from”, como os isentos de glúten ou lactose. 38% diz, ainda, que as alegações “plant-based” são apelativas na compra de alimentos e bebidas, em geral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-320007.jpeg" length="112473" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 21 Aug 2022 01:32:11 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Opinião: Restaurantes em saldo ou trabalhar para aquecer</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/opiniao-restaurantes-em-saldo-ou-trabalhar-para-aquecer</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Restaurantes com desconto de 50%. Ou os restaurantes estão tão saudáveis o que lhes permite abdicar de 50% de potencial receita ou estão tão mal, e que estão por tudo, consentindo a uma forma de promoção, de tal forma agressiva, que nos remete para o período saldos ou liquidação tal como faz uma loja de roupa ou a promoção de um lava-tudo numa qualquer superfície comercial. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ora, o problema, está precisamente aí. Um restaurante não é um negócio como uma loja de roupa, ou supermercado, é uma atividade muito mais complexa, que contém um conceito de serviço muito distinto, com matérias-primas limitadas no prazo de validade e a exigir a transformação das mesmas e a saída diária de recursos financeiros, quer o restaurante tenha clientes ou não.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Menos se compreende no momento em que que se assiste a um aumento de preços, agravamento do custo das matérias-primas tal como os preços da energia e combustíveis, a inflação, a falta de pessoal, e por aí fora. Tudo a fazer aumentar e sobrecarregar os custos operacionais. Sabendo que, em geral, as margens de lucro da restauração tradicional são
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.dinheirovivo.pt/opiniao/restauracao-com-vadis-12691022.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           baixas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a rondar os 10%, ou ainda mais reduzidas, ainda assim liberta 30%-50% de receita para promoção?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/fotos-.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ou será que não se faz contas? Ou então, o caso é bem pior, não as sabem fazer. Quantos destes restaurantes sabe exatamente quanto gasta e quanto ganha? Pois o usual, nesta atividade, é a gestão ser orientada pelo instinto, como referido neste
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/um-terco-das-micro-e-pequenas-empresas-prefere-seguir-instinto" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           inquérito
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ao tecido empresarial português. Ou então, ainda mais desolador, é estar entre a espada e a parede e tudo fazer para tentar faturar alguma coisa, mesmo que sejam só uns trocos. Como se pode ver neste
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.linkedin.com/pulse/iva-e-tsu-na-restaura%C3%A7%C3%A3o-um-elefante-meio-da-sala-%C3%B3scar-cabral/?originalSubdomain=pt" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           artigo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , referindo-se a 2018 fundado em dados do Banco de Portugal, em que 46,4% das empresas do tipo tradicional (CAE 56101) “não têm ativos suficientes para cobrirem os passivos e 43,1% destas empresas tiveram um resultado negativo”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esta é a única razão que vejo para se estar presente numa campanha promocional em que os descontos que chegam a 50%. Justifica esta forma de fidelização ou captação de novos clientes quando existe um desconto de 50% sobre preço médio
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.thefork.pt/search?cityId=665920&amp;amp;promotionOnly=true" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           15€-18€?
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Será que os clientes ao usufruir de descontos permanentes voltam quando o preço estiver sem qualquer promoção? A minha experiência diz que não. Mas talvez haja outras experiências em sentido contrário, quem sabe. Alguém faz muito bem o seu trabalho, enquanto outros trabalham para aquecer. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-chan-walrus-941861.jpg" length="170344" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 28 Jul 2022 17:57:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/opiniao-restaurantes-em-saldo-ou-trabalhar-para-aquecer</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-chan-walrus-941861.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-chan-walrus-941861.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>União Europeia consente uso de castas híbridas resistentes em vinhos com DOP</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/uniao-europeia-consente-uso-de-castas-hibridas-resistentes-em-vinhos-com-dop</link>
      <description>Os desafios postos pela mudança climática têm levado toda a indústria do vinho na procura de soluções para lidar, se adaptar e mitigar os efeitos da mudança climática e tornar o sector do vinho mais sustentável.  
Uma das soluções, de acordo com uma modificação recente das regras da UE, os Estados membros estão agora autorizados a empregar variedades híbridas, que oferecem maior resistência às doenças mais comuns, na produção de vinhos com denominações de origem protegidas (DOP). Até esse momento, somente as vinhas das espécies vitis vinifera podiam ser utilizadas para vinhos DOP produzidos dentro da UE.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A decisão, publicada no Jornal Oficial da União Europeia, a 6 de dezembro de 2021. Esta decisão é parte de um conjunto de alterações e ajustamentos relacionados com a organização comum de qualidade e do mercado, definições, descrições e rotulagem dos produtos agrícolas europeus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/hibrido-2.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes, as vinhas da espécie Vitis vinífera L. eram as únicas a poder ser utilizadas para vinhos DOP produzidos dentro da EU. As vinhas que apresentavam qualquer traço genético de espécies não vitis, como as variedades PIWI (Pilzwiderstandsfähig) resistentes a fungos, estavam excluídas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o Jornal Oficial da União Europeia, no ponto 28, a argumentação “A fim de permitir aos produtores a utilização de castas mais bem-adaptadas à evolução das condições climáticas e mais resistentes às doenças, deverão ser previstas disposições que autorizem a utilização de denominações de origem para produtos de castas pertencentes não só à Vitis vinifera L., mas também de castas provenientes de cruzamentos entre a Vitis vinifera L. e outras espécies do género Vitis.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://c026204.cdn.sapo.io/1/c026204/cld-file/1426522730/6d77c9965e17b15/4bf62c82fb3901d851b4dfa705cbcf9d/vinhofalado/2021/JORNAL%20UNI%C3%83O%20EUROPEIA%20DZEMBRO%202021%20CELEX_32021R2117_PT_TXT%20(1).pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           JORNAL UNIÃO EUROPEIA DZEMBRO 2021 CELEX_32021R2117_PT_TXT (1).pdf
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a publicação Decanter “A decisão da UE veio como uma resposta aos desafios colocados pela mudança climática e para ajudar a indústria vitivinícola européia a se tornar mais sustentável. De facto, várias variedades híbridas beneficiam de uma maior resistência a doenças comuns como o míldio e o oídio, o que significa que os vinhedos requerem pouco ou nenhum tratamento, sejam estes pesticidas químicos ou pulverizações de cobre orgânicas aprovadas.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O impacto desta regulamentação não terá efeitos imediatos. Produtores de várias regiões europeias já trabalham com algumas castas PIWI. Contudo, e ainda segundo a Decanter, “A aprovação dos Estados membros - assim como a luz verde das autoridades regionais relevantes - são necessárias antes que as variedades híbridas possam ser integradas em qualquer regulamentação de DOP.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais sobre
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://piwi-international.de/en/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://piwi-international.de/en/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Piwi-international
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/hibridos+.jpg" length="447515" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 29 Dec 2021 21:22:17 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/uniao-europeia-consente-uso-de-castas-hibridas-resistentes-em-vinhos-com-dop</guid>
      <g-custom:tags type="string">castas,híbridos resistentes</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/hibridos-.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/hibridos+.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Riesling e o aroma a petróleo</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/riesling-e-o-aroma-a-petroleo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para os seus apreciadores o “petróleo” é atributo inevitável e que soa, ao descrevê-lo, a especialista. Para outros, em especial enólogos, pode indicar falha. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Riesling-matthias-marx-paisagem-da9af380.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Haverá poucos descritores aromáticos dos vinhos que geram tanta discórdia como o aroma a “petróleo” ou a “querosene”. É nos vinhos da casta Riesling onde se aplica geralmente esse descritor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mas afinal, esse aroma a “querosene” /”petróleo” sente-se realmente? A resposta é sim!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O responsável é um composto aromático chamado - 1,1,6-Trimethyl-1,2-dihydronaphthalene-, TDN para abreviar. É o que pode dar o aroma semelhante ao querosene nos vinhos.  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sua formação depende da presença de compostos não voláteis chamados carotenoides, existentes em muitas espécies vegetais. Nas uvas identificaram-se uma dúzia destes, divididos em duas categorias: carotenos (que incluem beta-caroteno) e xantofilas. Os frutos, na sua etapa inicial, vão acumulando estes compostos. Mais tarde, a partir da fase do “pintor” (quando os bagos passam do verde para a cor “vermelha”, nos tintos, e para as tonalidades “amareladas” dos bagos brancos), esses compostos decompõem-se e formam moléculas menores chamadas norisoprenóides em C
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sub&gt;&#xD;
      
           13.
          &#xD;
    &lt;/sub&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes, em combinação com os TDN, colam-se às moléculas de açúcar, produzindo uma reserva de sabor que se solta lentamente. O TDN pode surgir durante a armazenamento, apesar de que quando formado, mantendo-se estável no vinho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabe-se que a maior quantidade de carotenoides nas uvas Riesling levam a níveis mais altos de TDN no vinho final. E no processo de envelhecimento em garrafa, os vinhos de Riesling podem apresentar níveis até seis vezes mais do que outras variedades. O Chardonnay também apresenta TDN, mas em níveis mais diminutos, abaixo de 2ug/L que é o limiar sensorial de TDN no Riesling. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os cientistas e investigadores descobriram que os carotenoides podem estar presentes em concentrações até oito vezes mais nas folhas da videira e três vezes mais nas peles de uva quando comparados com a polpa do bago.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fatores que contribuem para o desenvolvimento do TDN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda não foram plenamente identificadas as razões que levam á produção de maiores concentrações de TDN na Riesling. Na busca de uma resposta, os estudos têm tido como alvo a exposição solar, a temperatura do cacho, o amadurecimento das uvas, o stress hídrico, níveis de nitrogênio no solo, o envelhecimento, temperatura de armazenamento, pH do vinho e estirpes de levedura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A exposição solar, o factor-chave
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De longe, o fator mais estudado e aceite para o desenvolvimento de TDN é a exposição solar. Vários estudos científicos mostraram que concentrações mais elevadas de TDN e seus precursores são encontradas em vinhos feitos de uvas expostas ao sol.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em alguns estudos foram medidas as concentrações de TDN em Riesling em níveis crescentes de exposição solar. Descobriu-se que qualquer coisa acima de 20% de exposição solar total no cacho de uvas a partir do “pintor”, aumenta os níveis de TDN.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este aumento na concentração relacionada com a exposição ao sol, provavelmente, ocorre devido aos carotenóides ajudarem o tecido da uva a se proteger da luz ultravioleta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outro estudo, referente a Riesling produzido nos EUA - na região Finger Lakes NY - apontou um período chave na estação de crescimento quando os carotenóides se desenvolvem devido à exposição ao sol. A temperaturas mais baixas, sua formação é fortemente reduzida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pode-se, também, considerar a criação de sombra nos cachos ou apanhar as uvas um pouco mais cedo para reduzir a quantidade de TDN no vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hoje em dia, o TDN é uma grande preocupação para os produtores de vinho na Alemanha, pois têm vivido verões mais quentes e secos. Alguns têm experimentado diferentes abordagens na operação de desfolha ((intervenção de retirar folhas para aumentar o arejamento e a exposição ao sol dos cachos, permitindo melhorar a coloração e a maturação dos bagos, em boas condições sanitárias), como forma de diminuir o risco de TDN, com o qual estão muito preocupados. Passaram a desfolhar por etapas, faseadamente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Deixam ficar algumas folhas externas como uma espécie de guarda-chuva, e retiram apenas as folhas internas, para criar fluxo de ar, mantendo alguma sombra.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            À medida que os bagos amadurecem, os precursores da TDN naturalmente aumentarão a concentração. As uvas expostas ao sol terão um acumulado de TDN mais rápido do que as uvas ensombradas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Eventualmente em climas mais quentes, os vinhos mais jovens podem desenvolver o aroma inebriante do TDN que pode dominar os aromas delicados de um Riesling jovem e perturbar a harmonia do vinho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Significa que o TDN pode ser usado como uma ferramenta para diferenciar se um determinado vinho Riesling foi feito com uvas de climas mais quentes ou mais frios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, o Riesling australiano pode muitas vezes ter níveis mais altos de TDN mesmo em vinhos jovens. Tipicamente os níveis de TDN para Rieslings europeus seriam de 1-50 μg/l, mas o Riesling australiano pode ter níveis tão altos quanto 250 μg/l, e às vezes até mais altos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, as concentrações de TDN também podem ser aumentadas, ou reduzidas, por outros fatores durante o processo de vinificação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com um estudo (Sponholz e Hühn 1997), a atividade de diferentes estirpes de levedura mostrou ter pouco efeito sobre os níveis de TDN no Riesling de Rheingau.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A oxidação também pode ter um papel nesta questão. Em alguns casos, mostrou contribuir para um aumento na TDN; em outros casos, constatou-se que altos níveis de oxidação em vinhos fortificados diminuíram severamente os níveis de TDN.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Também o pH é relevante, tendo ficado demonstrado que vinhos mais ácidos desenvolveram TDN mais rapidamente do que outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Noutro estudo, foi demonstrado que um conteúdo elevado de SO2 livre no vinho pode ter um certo efeito de encobrir a perceção do aroma de TDN.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Olivier Humbrecht, reputado enólogo e produtor alsaciano, refere que os aromas como a gasolina podem ser causados pela colheita de uvas insuficientemente maduras, colheita mecanizada e elaboração em "redução”, levando a uma diminuição nos aromas frutados, confundindo-se como gasolina.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A vinificação em “redução” refere-se ao processo de vinificação em ambiente privado de oxigénio (aço inoxidável ou carvalho velho), mau uso do enxofre e/ou vinho deixado sobre as borras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ele, um bom enólogo pode evitar tudo isso, e que um jovem Riesling nunca deve cheirar a gasolina. Para ele, o termo “gasolina”, “petróleo”, “querosene” em Riesling maduro é mal escolhido. Ao invés disso, os termos deveriam ser "pedra molhada, minerais, ar marinho, iodo".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Stress Hidrico e Azoto no Solo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Embora o estresse hídrico não seja diretamente responsável, constatou-se que a desidratação parcial da zona radicular tem um efeito indireto na produção de TDN: reduz o tamanho da canópia e, portanto, aumenta a penetração da luz solar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A deficiência de azoto no solo também tem sido estudada como uma possível causa para níveis elevados de TDN. Estudos têm colocado a hipótese de que a fertilização tem um efeito ao encorajar mais cobertura foliar e sombreamento dos cachos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vedantes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A escolha do vedante também é um fator significativo. Quando os investigadores da AWRI - Australian Wine Research Institute - estudavam a capacidade de cinco tipos diferentes de vedantes para absorver diferentes compostos de aroma/ sabor, descobriram que o TDN era o mais afetado. O estudo mostrou que os vedantes de cortiça e sintéticos absorviam mais de 50% do TDN presente num vinho com dois anos em garrafa. Verificou-se que os vinhos sob tampa de rosca (screwcap) não 'perderam' nenhum TDN.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conservação e Temperatura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora é admitido que as concentrações de TDN aumentam com o tempo em garrafa, durante o envelhecimento.  A temperatura da cave ou do armazenamento é, assim, fator relevante. Num estudo, constatou-se que amostras de vinho armazenadas a 30°C apresentaram aumentos bem superiores em TDN do que os encontrados nas garrafas armazenadas a 15°C.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, foi estudada a influência da temperatura de serviço de vinho na identificação de notas de “querosene/gasolina”. Foi constatado que uma temperatura de serviço de vinho mais baixa (cerca de 11 °C) facilitava a reconhecimento do aroma TDN em comparação com as mesmas amostras de vinho à temperatura ambiente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fontes:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://wineanorak.com/2020/08/29/introducing-tdn-a-compound-responsible-for-petrol-aromas-in-riesling-and-other-white-wines/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Introducing TDN, a compound responsible for petrol aromas in Riesling and other white wines – wineanorak.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://wordonthegrapevine.co.uk/petrol-in-riesling/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Petrol aroma in Riesling: what the TDN?! (wordonthegrapevine.co.uk)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://blog.iwfs.org/2017/04/what-is-tdn-in-riesling/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ask Sid: What is TDN in Riesling? - IWFS Blog
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.awri.com.au/wp-content/uploads/Sept-Oct-2012-AWRI-Report.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.awri.com.au/wp-content/uploads/Sept-Oct-2012-AWRI-Report.pdf
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Riesling+rinat-shakirov.jpg" length="286309" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 28 Dec 2021 01:21:01 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Riesling+rinat-shakirov.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Riesling+rinat-shakirov.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Champanhe, investimento e preços record em 2021</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/champanhe-investimento-e-precos-record-em-2021</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Champagne teve em 2021 o seu melhor desempenho de todos os tempos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Champagne+credit+Rene+Asmussen.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.ft.com/content/49d6e761-a016-4a83-a041-31a7da28042f?utm_content=192461137&amp;amp;utm_medium=social&amp;amp;utm_source=twitter&amp;amp;hss_channel=tw-20600936" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Finantial Times
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.telegraph.co.uk/luxury/drinking-and-dining/pink-champagne-became-toast-serious-wine-investors/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           The Telegraph
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , como investimento o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Champagne teve em 2021 o seu melhor desempenho de todos os tempos. Está em alta!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os preços do Champanhe subiram 33,7% nos primeiros 11 meses deste ano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , de acordo com o índice Liv-ex's Champagne 50. Mais da metade dos ganhos do índice de champanhe de 2021 tem origem num pico de aumento nos meses de outubro e novembro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O champanhe age historicamente como uma anuidade. Nunca foi o melhor executante, sempre foi de 8% a 10% ao ano". disse Justin Gibbs, co-fundador da Liv-ex.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Champagne Vintage, ao longo dos anos tem experienciado algum retrocesso no investimento em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fine wine
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Por serem envelhecidos nas maisons de Champagne e serem postos no mercado prontos a beber, não os tem tornado dos mais atrativos investimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma das razões desta mudança deve-se aos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           investidores ricos que procuram retorno em classes de ativos antes algo negligenciadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entre as marcas mais procuradas este ano foi o Salon 2002, que aumentou 80% no preço para £10.000 por 12 garrafas, de acordo com o Liv-ex.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Louis Roederer's Cristal Rose 2008 subiu 60%, Dom Pérignon 2008 subiu 46% e Krug 2000 saltou 62%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Apesar da reputação de ser caro, o Champanhe Vintage ou Millésimé, tirou partido da procura de pechinchas por parte dos investidores. A maioria destas garrafas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           custa apenas uma fração do preço de um Bordeaux ou Borgonha de topo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tornando-os atraentes para investidores interessados em diversificar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Também o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Champagne rosé é cada vez mais relevante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , sendo agora levado muito mais a sério tanto pelos consumidores quanto pelos sommeliers.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Os rosés Cristal's 2012 e 2013 estão entre os mais negociados este ano"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , de acordo com a análise da Liv-Ex para o mercado de fine wines em 2021. Houve também elevada procura de Dom Pérignon Rosé 2008.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Cristal Rosé 2008 foi um dos "líderes em preços" do Champagne, segundo o Liv-Ex.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Junto com os Comtes de Champagne 2006 e 2008 da Taittinger, Krug 2000 e Salon 2002 (todos com Champanhes brancos), o Cristal Rosé 2008 cresceu em preço mais de 50% este ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fato de o Champagne ter escapado ao aumento de taxas de importação dos EUA, ainda sob administração Trump em 2020, levou a que se tornasse muito apelativo aos investidores norte-americanos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/32bb2992/dms3rep/multi/Champagne+jaeyoon-jeong-.jpg" length="233078" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 27 Dec 2021 23:50:36 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Em 2020 portugueses bebem vinho mais caro e bebem mais vezes</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/em-2020-portugueses-bebem-vinho-mias-caro-e-bebem-mais-vezes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Premiumização do mercado e aumento das ocasiões de consumo, destaques em época de desafios ao longo de 2020.  
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/consumo+de+vinho+portugal.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Em artigo da Wine Intelligence da autoria de Luis Osório, Research and Strategy para o mercado português, retira do relatório Portugal Wine Landscapes 2021 o fato de os consumidores regulares de vinhos portugueses terem bebido vinhos mais caros, tendência que não foi interrompida pela pandemia, “com os consumidores a declarar agora maiores gastos na maioria das ocasiões analisadas neste estudo, tanto em casa como quando podiam estar em restaurantes e bares”.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É revelado que se bebe vinho com maior frequência e que bebem mais vinho que outras bebidas, “a população que bebe vinho em 2021, contém agora mais consumidores semanais e menos consumidores de vinho mensais, e os consumidores afirmam que estão a beber mais vinho do que outros tipos de bebidas”. Se os consumidores regulares bebem em mais ocasiões, o estudo indicia como de maior crescimento no consumo de vinho nos consumidores “aqueles na faixa etária de 18-34 e 35-49 anos”.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           A grande revolução foi no online “como canal de comunicação viu a verdadeira revolução com as equipas de marketing em todo o país a mudar as suas estratégias de comunicação e direcionamento de uma forma fantástica”.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Artigo completo em: https://www.wineintelligence.com/sinais-encorajadores-para-o-mercado-de-vinhos-portugueses-em-2021/
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/consumo+de+vinhos.jpg" length="153248" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 14:41:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/em-2020-portugueses-bebem-vinho-mias-caro-e-bebem-mais-vezes</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/consumo+de+vinhos.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/consumo+de+vinhos.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Descritores do vinho menos influentes e vinho fora da refeição</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/descritores-do-vinho-menos-influentes-e-vinho-fora-da-refeicao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Mudança de prioridades levou a que os consumidores de vinho no UK sejam menos influenciáveis aos descritores do vinho e à relação do vinho com a gastronomia. 
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/uk+wine+drinkers+II.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Ainda que a alterações de estilo de vida introduzidas pelo Covid, os consumidores de vinho no UK, mantiveram-se constantes nas suas compras e em alguns casos a
         &#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          comprar mais quantidade e de melhor qualidade. 
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            compras online e nos supermercados
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           assim como ocasiões de consumo, em especial o
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            consumo sem comida
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , fazem parte dessas alterações na relação com o vinho. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Outra alteração mais recente, comparando os padrões de consumo e compra entre 2019 e 2020, relaciona-se com motivações e standards de decisão de compra. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O inquérito de consumo no UK da Wine Intelligence, revela algumas alterações com significado, que irão para além da atual crise. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Tendo em conta as anteriores pesquisas que referem que a
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            compra in-store é cada vez mais sensível no tempo de permanência na loja
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , no percorrer das prateleiras e na leitura dos rótulos, a
           &#xD;
      &lt;a href="https://www.wineintelligence.com/uk-wine-drinkers-become-less-influenced-by-wine-descriptors/?utm_medium=email&amp;amp;_hsmi=98996744&amp;amp;_hsenc=p2ANqtz-8AzkLnG_tWNH1p-E4rF-VZ1R_b5Uf1CiV8vLjaVQ_10Z1GUOxULssaemIwiftz0qrfx46dadkCSYEAXdN5_NbZkinodQ&amp;amp;utm_content=98996744&amp;amp;utm_source=hs_email" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Wine Intelligence
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
           considera que em 2020 há
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            cada vez menos consumidores do UK que se deixam influenciar pelos descritores do vinho
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           em comparação a 2019.  
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Para
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            ler a informação do vinho
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           é necessário tempo, ter disposição para ler essa informação assim como não se importar em bloquear o corredor. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os dados revelam o aumento do consumo em
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            momentos fora da refeição o que têm sido
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , em boa medida, o
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            motor do crescimento da categoria,
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           indicando, por outro lado, uma
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            menor influência da ligação entre o vinho e gastronomia se comparando ao ano anterior.
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           Esta situação abre as portas a oportunidades para novas ocasiões de consumo. E a
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            novos estilos de vinho. 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Existe a
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            menor influência do nível do teor de alcoólico na escolha do vinho.
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           Hipótese provável, aponta-se o fato de os consumidores ao beberem mais em casa estarem menos preocupados com o teor de álcool dos vinhos. Menos necessidade de viagem, em especial a condução. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           No longo prazo a importância da decisão de compra atendendo aos níveis de álcool, em especial vinhos de teores alcoólicos mais reduzidos, terá a ver com
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            razões de saúde e bem-esta
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           r. Mas, no curto prazo,
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            outras questões de saúde e bem-estar têm a primazia relativamente à questão do álcool. 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Outro aspeto é o fato de em tempos de crise, no comportamento humano,
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            recorre-se ao que é seguro e ao que é familiar
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           . Desde março de 2020, os consumidores de vinho têm feito exatamente isso, escolhendo marcas mais conhecidas em detrimento de algo novo. Elementos mais requintados como o
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            design de rótulos tornam-se a menor das preocupações. 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Como conclusão, o relatório refere ser difícil perceber se estes comportamentos se tratam ou não de alterações a longo prazo. No entanto, mesmo esses períodos de curto prazo podem ser levados em consideração de acordo com a evolução das circunstâncias, com influência na rotulagem, nas formas mais eficazes de promover e comunicar com os consumidores nos próximos 12 meses. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte: Wine Intelligence 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/UK-choice-cues-high-res-2-03dcf3fb.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 04 Mar 2021 11:06:57 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O “Parker” que vive em cada um</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/o-parker-que-vive-em-cada-um</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Robert Parker um dos personagens mais destacados na história recente do vinho, que de forma muito simplória e genérica ficou associado ao suposto favorecimento de um estilo de vinho. Em especial para Bordeaux, o seu impacto foi tal que levou a criação do conceito do “Vinho Parker” ou “Parkerização”. 
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/PARKER+1.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Quem tiver interesse, vale a pena recuar ao tempo antes do Parker, o que era o papel do critico antes e depois dele, como era o mercado e como era o consumidor, assim como os seus contemporâneos com destaque por exemplo o famoso enólogo Emile Peynaud e ao seu papel, digamos, revolucionário na região de Bordéus. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Já agora, tenho um exemplar da edição de 2002 do seu guia que para mim é das melhores obras como guia de vinhos que conheço e que já avançava com um capítulo sobre vinhos biológicos, uma década antes da aprovação oficial, pelo menos em Portugal. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Mas estas linhas não são para fazer o elogio ou a crítica ao Parker. Mas para dar conta dos novos “Parker”. O “Parker” que vive em muitos dos que falam sobre vinho. Onde está a diferença? Ora bem, o Parker original visava com as suas opiniões ajudar o consumidor na decisão de escolher um vinho. Os “Parker” atuais, querem impor um estilo ou impor que um vinho com este ou aquele atributo é que é bom! Senão vejamos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Se um vinho tiver 14% de teor alcoólico já é muito. "E pá! Isso é muito alcoólico! O vinho de 11% ou 12% no máximo, é que é bom!". Curioso, que para regiões quentes como são muitas das portuguesas 14% torna o vinho pesado, que é muito diz-se, mas para uma região fresca como a Borgonha onde os melhores vinhos estão nas parcelas mais expostas e orientadas a sul para poder amadurecer convenientemente e com frequência atingem os 13,5% e muitas vezes 14%, já são elegantes! Se o vinho com menos álcool é que é o trend, não me apercebo do aumento substancial de notoriedade do Vinho Leve de Lisboa, que ronda os 9%-10%. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           É rotulado de consumidor iniciante aquele que aprecia um vinho com açúcar. Dizem outros “Parker”. E eu que gosto daquela quantidade porreira de açúcar do Mateus Rosé que o torna jovial e descontraído! Ah! e então aquele Auslese da Mosel com uma deliciosa e luxuriante quantidade de doçura! Ou um incrível e pecaminoso Sauternes! E aquele Moscato D’Asti fresquinho com um petisco! Quem me tira um Vinho do Porto muito velho com mais de 150 g de açúcar tira-me tudo! Talvez, mesmo eu tendo mais de duas décadas a lidar com o vinho, talvez ainda seja um iniciante. Não sei se no que me resta de vida ainda irei a tempo de passar a minimamente educado em vinho. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Este vinho é autêntico. Aquele não é! Recomendam vivamente outros “Parker”. Espera lá, digo eu! Mas uns são vinhos autênticos e outros não são autênticos vinhos? Fiquei confuso! Vou, mas é continuar a beber …simplesmente vinho.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Agora sou eu que vou exercitar o “Parker” que vive mim. "O que têm de beber é vinho, vinho bom e equilibrado! Vinho adequado a cada momento, que lhe sabe bem!".  Nem quero pensar quando cá chegar em força o vinho em lata, os hard seltzer de vinho ou o vinho infusionado com
           &#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            cannabis
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 04 Mar 2021 00:17:02 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Dinamarca – Mercado de Vinhos, caracterização do mercado</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/dinamarca-mercado-de-vinhos-caracterizacao-do-mercado</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Mercado é maduro, sofisticado e apresenta um crescimento razoável do consumo anual de vinhos, os preços do vinho no mercado são superiores à média da União Europeia, as vendas do setor realizam-se, maioritariamente, através do canal off-trade, embalagem e sustentabilidade são fator de decisão. 
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/dinamarca+fotos.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Este é um resumo do projeto Mercados – Informação Sectorial – Dinamarca, Vinhos Breve Apontamento elaborado por AICEP Portugal Global. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O mercado dinamarquês é maduro, sofisticado e apresenta um crescimento razoável do consumo anual de vinhos.  A cerveja é, tradicionalmente, a bebida mais consumida pelos dinamarqueses. Contudo, nos últimos anos, o consumo de vinho excede, em valor, o de cerveja.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O mercado procura vinhos fáceis de consumir, modernos, jovens e frutados, em detrimento de vinhos mais encorpados e com maior teor alcoólico. O consumidor opta por vinhos de preço médio-baixo e com uma relação qualidade / preço satisfatória.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os preços do vinho no mercado são superiores à média da União Europeia, sobretudo devido à elevada carga tributária e às margens comerciais dos importadores e distribuidores. O governo dinamarquês aplica impostos especiais de consumo, para reduzir o consumo de bebidas alcoólicas.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As vendas do setor realizam-se, maioritariamente, através do canal off-trade. Devido aos preços elevados do vinho em restaurantes e bares, os consumidores compram vinho sobretudo em supermercados e lojas especializadas, físicas e/ou online, para consumir em casa. Apesar da predominância de grandes cadeias de distribuição dinamarquesas, é possível encontrar pequenas lojas especializadas em vinho (Vinhandel em dinamarquês).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Estima-se que, nos próximos anos, as importações de vinhos continuem a aumentar em valor, o que se poderá traduzir numa valorização dos preços médios e no aumento dos vinhos com preços mais altos. Espera-se também que as vendas de vinho tinto diminuam, e que aumente a procura por vinhos brancos, rosés e espumantes.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A Dinamarca distingue-se dos seus vizinhos nórdicos nas políticas de comercialização de bebidas alcoólicas, sendo o único onde não existe um monopólio de distribuição, como na Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Como consequência, as bebidas alcoólicas estão mais acessíveis aos consumidores na Dinamarca - lojas, quiosques e postos de gasolina estão autorizados a vender bebidas alcoólicas 24 horas por dia, e os limites de idade são de 16 anos para bebidas com menos de 16,5% de volume de álcool e de 18 anos para bebidas mais fortes. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Padrões de compra, atitudes e preferências
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Tradicionalmente, os vinhos eram adquiridos para celebrar aniversários e outras ocasiões festivas, enquanto, atualmente, fazem parte dos hábitos diários dos dinamarqueses. No entanto, o consumo nos restaurantes, bares, esplanadas e cafés desta bebida é relativamente baixo, devido aos preços muito elevados.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Segundo um estudo realizado, em 2018, pela associação Wines of Germany, o consumidor de vinho típico dinamarquês está na faixa etária dos 30 aos 60 anos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Todavia, os consumidores mais jovens (entre os 20 e os 30 anos) têm mostrado um interesse crescente pelos vinhos, principalmente pelos ligeiramente adocicados e leves, principalmente durante o verão.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As estatísticas dinamarquesas mostram que, entre 2006 e 2015, o consumo de vinho tinto diminuiu cerca de 20%, ao passo que o vinho branco aumentou 10% e o de vinho espumante subiu 57%.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Por norma, os homens dinamarqueses bebem mais vinho do que mulheres: cerca de 19% dos homens bebem vinho diariamente, enquanto a percentagem de mulheres dinamarquesas é de 9%.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Estima-se que 75% dos consumidores compra vinhos em promoção ou compra normalmente os vinhos de baixo/médio preço (entre 40kr a 60kr - entre 5,40€ a 8,10€).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A Dinamarca tem um consumo de vinho per capita elevado - em 2015, foi de cerca de 30 litros, 26% acima da média europeia (23,9 litros), estando classificada em 9º lugar no mundo – à frente dos vizinhos nórdicos: Suécia (21ª), Noruega (36ª) e Finlândia (41ª).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Preço
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O preço é um elemento importante na decisão de compra da maioria dos consumidores dinamarqueses. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Um preço percebido como não adequado para a qualidade do vinho ou mudanças injustificadas no preço do produto, é sancionado pelo mercado que opta por comprar outros vinhos similares.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Impostos
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O vinho na Dinamarca está sujeito a diferentes impostos especiais, além do imposto sobre valor acrescentado (IVA). De acordo com estimativas, por exemplo, numa garrafa de vinho com preço de comercialização de € 6,70, os impostos representam aproximadamente 40% do preço final. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Na Dinamarca, existe também um imposto especial cobrado sobre o uso de garrafas de vidro, plástico e metal, bem como pela utilização de outras embalagens de papelão ou laminado de diferentes materiais, como o bag-in-box (BiB).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O imposto (estabelecido em 2018) sobre garrafas de vidro, plástico e metal é cobrado por unidade e varia de acordo com a dimensão da garrafa.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Concorrência
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O mercado é bastante maduro e a concorrência é forte em termos de comercialização devido ao elevado número de importadores de vinho.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Dada a multiplicidade de pequenos importadores, a Dinamarca tem o maior número de importadores de vinho por habitante. De acordo com o CBI (Centro de promoção de Importações de países em desenvolvimento), em 2013, as autoridades fiscais dinamarquesas registaram mais de 1 500 importadores de vinho, dos quais apenas 30 eram “grandes importadores”, com volume anual de vendas de mais de 100 000 garrafas. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Destes, a
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            AMKA
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           é um dos maiores importadores na Dinamarca com operações divididas em três grupos: 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            AMKA Detail
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           que se foca nas vendas para retalhistas de mercearia; 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Best Selection
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           que tem como objetivo os retalhistas on-trade e especializados;
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Jysk Vin
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           que disponibiliza os produtos online. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Cada uma destas plataformas possui um portfólio exclusivo de produtos, não havendo, portanto, sobreposição.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Apesar de a maioria dos consumidores dinamarqueses ter um gosto bastante tradicional nos vinhos, o mercado está agora bastante aberto ao Novo Mundo. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os produtores de vinho que pretendam exportar para a Dinamarca devem, preferencialmente, vender o seu produto para pequenos importadores em primeiro lugar. Estes podem importar pequenas quantidades no início, mas, se o vinho se vender rapidamente, isso poderá despertar o interesse de outros importadores no mercado e atrair novos negócios. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Devido à elevada oferta de fornecedores, os supermercados cobram taxas elevadas pelo uso de espaço nas prateleiras e muitas vezes exigem exclusividade. As taxas são mais altas para vinhos que não vendem rapidamente em grandes volumes. Segundo o CBI, geralmente, os vinhos tintos e brancos ainda são classificados por país e os consumidores geralmente escolhem vinhos de países tradicionalmente produtores, em alternativa aos do Novo Mundo. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Esta é uma das razões que levam os supermercados a reservar muito pouco espaço nas prateleiras para estes últimos vinhos. Quando os vinhos não são colocados nas prateleiras por país, os consumidores prestam menos atenção à origem e tendem a valorizar o preço e a escolher os vinhos do Novo Mundo com maior frequência. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Geralmente, o rosé e o vinho espumante não são classificados por país. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Portugal está entre os 10 maiores fornecedores de vinhos à Dinamarca. A quota dos vinhos nacionais tem oscilado entre os 2,5% e os 3,5% e, em 2018, fixou-se em 3,3%. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Tendências
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Apesar de não ser um país tradicionalmente produtor de vinho e cuja oferta depende dos vinhos importados, a Dinamarca tem oportunidades em determinados nichos de mercado.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A oferta de vinhos no país é muito ampla e variada e os consumidores dinamarqueses estão cada vez mais conscientes do produto. Estima-se que o volume de vinho importado permaneça estável com ligeira tendência de queda, mas que as importações em valor continuem a aumentar nos próximos anos.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Perspetiva-se um aumento nos preços médios de importação e na procura por vinhos com preços mais altos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Como nos produtos alimentares, a "premiumização" está também presente no setor do vinho e os consumidores estão dispostos a pagar um preço mais elevado por um vinho de melhor qualidade. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os dinamarqueses preferem combinar as suas refeições (com alimentos de qualidade) com vinhos premium.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os vinhos mais leves também dão resposta às preferências dos dinamarqueses: são mais saudáveis e mais fáceis de beber no consumo diário. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Assim, espera-se que as vendas de vinho tinto baixem e a procura por vinhos brancos, rosados e espumantes aumente.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, os consumidores estão cada vez mais atentos ao impacto social e ambiental dos produtos que compram, criando oportunidades para os vinhos ecológicos, cujas vendas deverão continuar a aumentar. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Segundo as Estatísticas Oficiais Dinamarquesas, os consumidores dinamarqueses têm a maior participação do mundo no consumo de alimentos ecológicos, tendência que se reflete na crescente procura por vinhos ecológicos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Oportunidades 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As perspetivas apontam para um aumento na procura por vinhos de consumo fácil, jovem e frutado, ao invés de vinhos mais pesados encorpados e com maior teor alcoólico. Por esta razão, o consumo de vinho tinto deverá ser reduzido nos próximos anos, ao contrário do vinho branco e rosé. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Espera-se que o consumo de vinho espumante continue a aumentar nos próximos anos, pelo que as empresas portuguesas produtoras de vinho espumante poderão ter novas oportunidades para exportar para a Dinamarca.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os dinamarqueses estão cada vez mais interessados em produtos sustentáveis e éticos o que levará, necessariamente, ao aumento da procura de vinhos ecológicos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Estão atentos ao impacto ambiental da produção de alimentos e às condições de trabalho, interessam-se por práticas sustentáveis, como a redução do uso de energia e água e valorizam cada vez mais os produtos com certificação ecológica, que pode influenciar o processo de decisão de compra. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A comunicação centrada na produção sustentável dos vinhos e a sua comercialização em recipientes facilmente recicláveis, são fatores que permitem às empresas ganhar vantagem no mercado. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A certificação Fairtrade poderá ajudar a convencer os consumidores dinamarqueses da sua abordagem ética e ambientalista (CBI)
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As empresas portuguesas com maior grau de inovação e investimento em marketing podem encontrar mais facilmente nichos de mercado na Dinamarca. Os vinhos jovens e com uma imagem moderna são preferidos pelos consumidores, por isso recomenda-se o uso de rótulos e embalagens diferenciadas que possam captar a atenção do consumidor no ponto de venda.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Canais de distribuição
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As vendas de vinho na Dinamarca são principalmente feitas através do canal off-trade (cerca de 90% do total em volume em 2016).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Devido aos preços elevados do vinho em restaurantes e bares, os consumidores dinamarqueses muitas vezes compram vinho em supermercados ou em lojas especializadas, físicas e online, para consumir em casa (CBI).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Na Dinamarca, há uma predominância de grandes cadeias de distribuição, responsáveis pela maioria das vendas de alimentos e bebidas. No entanto, no caso de bebidas alcoólicas, ainda existem pequenas lojas especializadas que oferecem uma vasta gama de vinhos de todo o mundo.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Segmentação do mercado de vinhos dinamarquês
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O comércio de “grande volume” representa uma parte importante do mercado de vinhos dinamarquês. Os importadores e distribuidores locais que lidam este tipo de transações geralmente concentram-se em vinhos de qualidade inferior, marcas para o mercado de gama baixa, com preços mais reduzidos. Neste segmento, a concorrência é forte. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os vinhos para serem vendidos neste segmento são importados geralmente em Flexitanks (sistema de transporte marítimo de líquidos a granel, eficiente e seguro, que permite transportar entre 10.000 e 24.000 litros) e os principais distribuidores neste segmento são os supermercados.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Principais cadeias de distribuição na Dinamarca - Supermercados
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O mercado do vinho dinamarquês é dominado por três grandes retalhistas (Coop, Salling Group, Dagrofa) com cerca de 85% do total. Estes supermercados usam o seu poder de compra para exigir preços muito baixos, permitindo assim, a venda de vinhos a preços muito reduzidos ao consumidor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Coop - As suas cadeias de supermercados vão desde lojas discount (Fakta) a lojas de qualidade (Irma). O grupo detém mais de 1 000 lojas, que são da propriedade da Coop Danmark e, em parte, detidas por um número de associações independente
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Salling Groupix: possui cerca de 600 lojas na Dinamarca.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Dagrofax: tem 511 lojas das quais a maioria é independente;
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Além destes três grandes retalhistas, existem outras cadeias de supermercados ativas no mercado, como REMA 1000, Aldi e Lidl.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os supermercados estão cada vez mais a comprar vinho diretamente aos produtores, em alternativa aos importadores. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Isto é mais relevante para produtores estabelecidos que têm uma forte reputação como grandes fornecedores de vinho de qualidade consistente. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           No entanto, as cadeias de supermercados tendem a introduzir novos vinhos em pequenos lotes de cerca de 6.000 garrafas para testar se vão vender, antes de comprar novos vinhos em grandes volumes.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Retalhistas especializados 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Muitos consumidores dinamarqueses procuram vinhos
           &#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
            premium
           &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      
           para celebrar uma ocasião especial. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os retalhistas especializados estão numa boa posição para vender estes produtos, uma vez que os consumidores exigem informações detalhadas aquando da aquisição. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os revendedores especializados podem fornecer essas informações por disporem de trabalhadores com formação. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As empresas produtoras de vinho premium que pretendam exportar para a Dinamarca, podem recorrer a estes retalhistas especializados, fornecendo informações relevantes sobre o produto, bem como detalhes sobre a origem do vinho e o seu processo de produção. Os produtores podem ainda fornecer materiais promocionais e organizar degustações.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Vendas online
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
            O e-commerce de vinhos ainda está relativamente pouco desenvolvido na Dinamarca. Segundo o CBI, menos de 10% dos compradores de vinho fazem encomendas online. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           De uma forma geral, os retalhistas com lojas físicas lideram o desenvolvimento deste tipo de vendas, uma vez que os consumidores preferem conhecer o retalhista antes de confiar nas informações fornecidas nos websites. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           No entanto, muitos pequenos importadores de vinho premium dinamarqueses sem lojas físicas, oferecem vinhos online. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os vinhos premium também se vendem bem em plataformas online, porque os consumidores estão dispostos a pagar mais por vinho mais exclusivo, que não podem encontrar no supermercado. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           As lojas online são particularmente interessantes para esta categoria de vinhos pois têm espaço para fornecer informações detalhadas sobre produtos, como, por exemplo, sobre a história da empresa produtora do vinho.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Documento integral em: https://viniportugal.pt//wysiwyg//Dinamarca_Breve_Apontamento_201.pdf
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/dmip/dms3rep/multi/wine-bottels.jpg" length="68947" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 27 Feb 2021 16:23:10 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Corticeira Amorim erradica o TCA detetável</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/corticeira-amorim-erradica-o-tca-detetavel</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Através das tecnologias anti-TCA mais ecológicas e eficientes do mundo para rolhas de cortiça natural e rolhas técnicas de cortiça
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/cork+II.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Corticeira Amorim, a maior empresa mundial de produtos de cortiça, anuncia a dia 19 de janeiro 2021, o lançamento da Naturity e da Xpür, tecnologias desenvolvidas para remover o TCA detetável das rolhas naturais e cria novo segmento de rolhas microaglomeradas, cumprindo assim a anunciada a promessa feita de conseguir um desempenho de TCA não detetável em todos os segmentos de rolhas de cortiça até ao final do ano 2020. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           De acordo com a Corticeira Amorim, nenhum elemento artificial é usado no processo, o que facilita a extração de mais de 150 compostos voláteis, incluindo o TCA.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          Com lançamento a nível mundial, a Naturity expande o desempenho de TCA não detetável no segmento de produtos de cortiça natural, enquanto que reforça os resultados operacionais da NDTech, o serviço de rastreio avançado que analisa e remove individualmente qualquer rolha de cortiça natural com mais de 0,5 nanogramas por litro (ng / L) de TCA. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Anunciado também a tecnologia
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Xpür da Corticeira Amorim, desenvolvida para estender o desempenho de TCA não detetável para rolhas microaglomeradas.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          A nova e inovadora abordagem da Corticeira Amorim usando este sistema
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           utiliza apenas 25% da energia e apenas 10% do CO2 anteriormente necessário.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Além disso, a
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Xpür consegue níveis de redução de TCA para 0,3 nonogramas por litro (ng / L) em rolhas microaglomeradas tratadas, deixando intactas as propriedades físico-mecânicas da cortiça.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          Como resultado, a gama de rolhas microaglomeradas da Corticeira Amorim apresenta a maior percentagem possível de cortiça e
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           não necessita de soluções químicas adicionais para manter as propriedades naturais da cortiça,
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          nomeadamente as importantíssimas taxas de compressibilidade e expansão.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Comentando este marco histórico, António Amorim, Presidente e CEO da Corticeira Amorim, referiu que: “Estas tecnologias resultam de robustos investimentos financeiros, tempo e dedicação em I&amp;amp;D por parte da nossa equipa. Apesar dos obstáculos que 2020 colocou no caminho de todos, conseguimos cumprir a promessa feita de que íamos conseguir um desempenho de TCA não detetável em todos os segmentos de rolhas de cortiça até ao final do ano. Este é o nosso compromisso para com os nossos 30 000 clientes em todo o mundo – para garantir a qualidade e consistência dos seus produtos e assegurar que a preferência dos consumidores pela cortiça só possa ficar mais forte.”
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/cork.jpg" length="225090" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 19 Jan 2021 10:46:30 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Produção de vinho em Portugal 2020</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/producao-de-vinho-em-portugal-2020</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Região de Lisboa regista aumento de 24% na produção de vinho em contraste com quebra global em 2020
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Segundo o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) a produção de vinho da campanha 2020/2021 situou-se nos 6,3 milhões de hectolitros, traduzindo-se numa diminuição de 3% em relação à campanha 2019/2020. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          90 % da produção nacional está declarada como apta a Denominação de Origem Protegida (DOP) e Indicação Geográfica Protegida (IGP). 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/Produ-C3-A7-C3-A3o%2Bde%2Bvinho%2Bem%2Bportugal%2B2020.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A região de Lisboa esteve em destaque com um aumento de produção superior a 24% em comparação a 2019/2020 (+ de 230 mil hl). Já os Açores registam uma forte diminuição (-42%), “confirma a tendência de julho, agravada pela ocorrência de chuvas duas semanas antes das vindimas”, conforme o comunicado do IVV. Igualmente, do lado da quebra, verificou-se a tendência projetada já em julho para as regiões das “Terras de Cister (-39%), das Terras do Dão (-27%) e do Douro (-26%, um decréscimo de volume superior a 400 mil hl).” 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/grafico+produ%C3%A7%C3%A3o+de+vinho.png" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-3895185.jpeg" length="187729" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 06 Jan 2021 19:38:32 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Apoiar a restauração sem hesitar, é investir no país</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/apoiar-a-restauracao-sem-hesitar-e-investir-no-pais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         A restauração em particular é para apoiar já, de imediato e sem hesitar!
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-2104568.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Seja ajudar com fundos a fundo perdido, apoiar de qualquer forma significativa e rapidamente!
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Quando escrevo estas linhas, um grupo de empresários de negócios da restauração está em greve de fome.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Porquê apoiar sem hesitar? Porque para além de ter sido um motor da economia com um peso relevante do PIB português nos últimos cinco anos, do qual o atual governo tirou proveito e reclamou infundada e festejada paternidade, alimentou, também, a “estratégia” de crescimento económico através do consumo interno.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Apoiar com apoios a fundo perdido este sector, é obter dividendos para o país em muito pouco tempo. O sector, enquadrado no Turismo, devolverá ao país rapidamente, e após os primeiros sinais de retoma, o retorno desse apoio através de receitas fiscais. Seja pela TSU e IRS ao manter grande parte do emprego do sector e do IVA, que no global do sector, vinha em taxas de crescimento de 4,1% em 2018 e 6,1% em 2019.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Se compararmos com o apoio dado, quase de olhos fechados, a empresas como a TAP ou a Bancos cronicamente mal geridas, autênticos sorvedores de dinheiro público e que nunca virão a ser rentáveis, o sector da restauração rapidamente traduzirá o apoio em receitas e rendimento fiscal para o estado. Esse apoio nunca se dará como perdido!
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Importante conjuntamente em outros efeitos estruturantes. A restauração a funcionar faz mover toda a cadeia alimentar, no escoamento de boa parte da produção agrícola, que ajuda a fixar populações em áreas de menor densidade, promove consumo interno, para além de contribuir na manutenção de múltiplas atividades empresariais direta e indiretamente interligadas. Também a restauração a funcionar, contribui para uma perceção de confiança, de moral, de prazer, anti-stress emocional, que terão papel fundamental na saída deste desafio que é a pandemia. É apoiar património histórico, é apoiar uma forma de educação que valoriza a territórios e tradições. É apoiar uma forma de cultura de estrutural no futuro do país. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ou seja, apoiar a restauração ficará barato e terá retorno desse apoio de forma concreta e efetiva, ao contrário de outros apoios, negociatas, injeções de dinheiro que nunca darão retorno em empresas de eterna má gestão e que lesam constantemente os portugueses.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-3379322.jpg" length="201926" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 29 Nov 2020 20:50:48 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-3379322.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-3379322.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Polónia é mercado de vinho muito atrativo</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/polonia-e-mercado-de-vinho-muito-atrativo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Está aqui à porta no mercado europeu, a Polónia é o 5º mercado de vinho mais atrativo de acordo com o recente relatório da Wine Intelligence Global Compass 2020 Market Attractiveness. 
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/Wine-Market-Attractiveness-2020.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Em 2017, a Polónia já era referida pela Wine Intelligence como estando num “período excitante de crescimento” na sua economia assim como no que respeita ao consumo de vinho. Neste relatório, confirma-se essa previsão, com a Polónia a escalar nove posições em 2019. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Esta subida no ranking deve-se ao aumento de consumidores de vinho e ao maior rendimento disponível, juntamente com outras métricas económicas e assim como outras relacionadas com o mercado de vinho. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Na União Europeia, a Polónia é uma das economias que mais cresce e sendo cada vez “mais influente no contexto europeu”, refere o Luis Osorio da Wine Intelligence. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/Poland-frequency-of-consumption.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo a agência IWSR Drinks Market Anaysis o consumo de vinho tranquilo registou uma taxa de crescimento anual de 3,4% na Polónia desde 2015 a 2019. Dos 50 mercados analisados pela Wine Intelligence, a Polónia está no 17º posto no que respeita ao consumo do vinho importado, 117 milhões de litros, semelhante a outros mercados europeus como sejam a Dinamarca, Suiça, Suécia e Bélgica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, a diferença é que em todos esses outros mercados, há crescimento “zero” ou negativo para o vinho importado. A Polónia com um consumo de apenas 4 litros per capita/ano, contra os 39 litros na Suíça, os 33 litros na Dinamarca ou 29 litros na Alemanha, o que deixa muita margem para crescimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Polônia traz muitas oportunidades para as marcas globais de vinho. Este é um dos poucos mercados na Europa onde os produtos franceses, italianos ou da vizinha Espanha não dominam. Em vez disso, os EUA e o Chile são os principais países de origem a fornecer os consumidores de vinho polacos, tipicamente mais jovens e mais ansiosos para descobrir mais sobre vinho do que em outros lugares, e com a economia em rápida expansão, o mesmo acontece com o poder de compra.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses fatos levam este país a ser um intenso mercado de oportunidades, à medida que o mercado se desenvolve e os consumidores começam a procurar marcas essenciais e reconhecíveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: Wine Intelligence
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-696214.jpeg" length="131883" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 12 Nov 2020 20:18:40 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/polonia-e-mercado-de-vinho-muito-atrativo</guid>
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      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-696214.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Exportações de vinho a crescer em 2020</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/exportacoes-de-vinho-a-crescer-em-2020</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         De janeiro a agosto, o crescimento é de 2,3% em valor e 3,4% em volume, em relação a 2019
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/photo-1493946740644-2d8a1f1a6aff.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         As exportações dos vinhos portugueses estão a crescer. Refere comunicado do Ministério da Agricultura, que só no mês de agosto de 2020, e de acordo com os dados estatísticos do INE, verificou-se um aumento das exportações em valor de 8,3% e 8,2% em volume. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Igualmente no acumulado do ano, o crescimento é de 2,3% em valor (janeiro a agosto) e 3,4% em volume, em relação ao período homólogo em 2019. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Quanto aos principais mercados, em agosto,
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           assistiu-se a uma recuperação
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          nas vendas para França e Brasil. Se para França cresceu +22,4% em valor e +16,8% em volume, já no Brasil o aumento situou-se em +67,2% em valor e +41,2% em volume. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ao
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           comparar a variação desde o início do ano, de janeiro a agosto, com o período homólogo de 2019, ressalta o crescimento das vendas
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          para os EUA (+9,7% em valor e +16,9% em volume), Reino Unido (+11,2% em valor e +21,7% em volume) e Brasil (+14,3%) em valor e +16% em volume), com variações em volume superiores a dois dígitos.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Apesar da recuperação em agosto
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          , o mercado francês (-5,1% em valor e -5,3% em volume) e o alemão (-0,3% em valor e -17,6% em volume)
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           continuam a apresentar quebras, comparativamente com primeiros oito meses do ano de 2019. 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          De realçar também a oportunidade encontrada pelos operadores portugueses junto dos
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           mercados nórdicos
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          (Suécia, Noruega e Finlândia),
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           onde se registam taxas de crescimento superiores a 40% nos meses de janeiro a agosto
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
          deste ano, tanto em valor como em volume.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, sublinha que “
          &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           estes números demonstram o retomar do crescimento dos últimos anos, apesar da quebra de vendas e encomendas no início do período de confinamento, e são consequência do trabalho de adaptação dos operadores à nova realidade e do apoio efetivo e eficiente das políticas públicas para o setor”.
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/photo-1494481524892-b1bf38423fd1.jpg" length="246679" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 02 Nov 2020 18:52:20 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/exportacoes-de-vinho-a-crescer-em-2020</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/photo-1494481524892-b1bf38423fd1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/photo-1494481524892-b1bf38423fd1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>AOC Pouilly-Fuissé oficializa 22 Premier Cru</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/aoc-pouilly-fuisse-oficializa-22-premier-cru</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Pouilly-Fuissé é a primeira denominação do Mâconnais a reconhecer oficialmente climats específicos como Premier Cru
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/Carte-2Bsituation-1920w.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A 3 de Setembro de 2020, o INAO francês (Institut National de l’Origine et de la Qualité) certificou 22 climats Premier Cru à denominação de origem Pouilly-Fuissé, inserida no Mâconnais, o ponto de entrada mais meridional para a região vinícola de Borgonha, de paisagens ondulantes intercaladas com falésias monumentais. 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Pouilly-Fuissé é a primeira denominação do Mâconnais a reconhecer oficialmente climats específicos como Premier Cru. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Conheça um pouco mais sobre Pouilly-Fuissé -
          &#xD;
    &lt;a href="https://youtu.be/kjms3eKLk0A"&gt;&#xD;
      
           https://youtu.be/kjms3eKLk0A
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O termo climat na Borgonha refere-se a uma parcela de vinha, ao longo dos tempos demarcada pelo homem, reconhecido pelo seu nome há séculos, muitas vezes desde a Idade Média. Cada climat tem características geológicas, hidrométricas e de exposição específicas. A produção de cada climat é vinificada isoladamente, a partir de uma única casta, e o vinho assim produzido leva o nome do climat de onde provém.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Faz mais de uma década que a l’Union des Producteurs de Pouilly-Fuissé juntamente com o INAO deu início a um estudo aprofundado do solo, topografia, práticas culturais e história da área de Pouilly-Fuissé, incluindo a criação de um mapa detalhado dos 217 lieux-dits (termo toponímico francês para uma pequena área geográfica com um nome tradicional, alusivo a alguma característica do lugar, seu uso anterior, um evento passado, etc.), e a meticulosa delimitação das 22 parcelas, todas as quais tiveram que ser aprovadas pelos 250 produtores membros da l’Union des Producteurs de Pouilly-Fuissé. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Os novos Premier Cru aprovados representam 194 hectares, cerca de 24% da área total da AOC Pouilly-Fuissé e estão espalhados pelas quatro comunas da denominação: Chaintré, Fuissé, Solutré-Pouilly e Vergisson. Recorde-se que esta AOC Puilly-Fuissé é reputada pelos vinhos brancos elaborados somente com Chardonnay. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Como em todas atualizações, esta terá de passar pela aprovação da EU, o que a acontecer, só se aplicará a partir do lançamento dos vinhos da colheita de 2020.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Ei-los então, os 22 Premier Cru distribuídos pelas comunas
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Comuna de Chaintré
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Le Clos de Monsieur Noly
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Les Chevrières
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Aux Quarts
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Le Clos Reyssier
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Commune de Fuissé
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Le Clos
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Les Brulés
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Les Ménétrières
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Les Reisses
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Les Vignes Blanches
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Les Perrières
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Vers Cras
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Commune de Solutré-Pouilly
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	La Frérie
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Le Clos de Solutré
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Au Vignerais
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	En Servy
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Aux Bouthières
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Aux Chailloux
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Pouilly
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Vers Cras
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Commune de Vergisson
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Les Crays
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	La Maréchaude
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	Sur la Roche
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           •	En France
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-2584451.jpeg" length="204239" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 02 Nov 2020 18:02:32 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/aoc-pouilly-fuisse-oficializa-22-premier-cru</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/pexels-photo-2584451.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Produção mundial de vinho em 2020</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/producao-mundial-de-vinho-em-2020</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         A OIV apresenta as primeiras estimativas de produção mundial de vinho em 2020 
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/dmip/dms3rep/multi/wine-bottels.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A produção de 2020 parece estar em linha com o ano anterior: +1% em relação a 2019, após a produção excecionalmente elevada de 2018, mas abaixo da média. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A produção vitivinícola mundial (excluindo sumos e mostos) situa-se entre 253,9 e 262,2 Mhl, com uma estimativa intermédia a situar-se nos 258 Mhl.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A OIV não considera que seja necessariamente uma má notícia para o sector, dado o atual contexto, de tensões geopolíticas, de alterações climáticas e de pandemia que estão a gerar elevado grau de volatilidade e incerteza no mercado vitivinícola mundial.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A OIV é a organização intergovernamental de carater científico e técnico de reconhecida competência pelo seu trabalho no que respeita à vinha, ao vinho, bebidas à base de vinho, uvas de mesa, passas e outros produtos vitivinícolas.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Hemisfério Norte
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A colheita no Hemisfério Norte ocorreu normalmente entre agosto e outubro. Quanto às vindimas em 2020, não foram tão fortemente afetadas por medidas de confinamento para mitigar a pandemia Covid-19 em contraste com o período de (abril a julho).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            União Europeia 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Na União Europeia (UE), as boas condições climáticas favoreceram uma colheita em 2020 potencialmente generosa, no entanto limitada por várias medidas ao nível governamental e das associações de produtores, tendo em vista atenuar os impactos negativos (direto e indiretos da pandemia de Covid-19 no mercado global de vinho.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           A produção em volume este ano é estimado em 159,0 mhl, 5% a mais do que em 2019, representando aumento anual de 7 mhl em relação a 2019. As estimativas indicam, também, uma situação muito mais heterogénea em comparação com os anos anteriores.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Exemplo disso é dado pelos três maiores países produtores onde, em relação a 2019, há
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            uma queda de -1% na Itália
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (47,2 mhl), a ligeiro
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            aumento de 4% na França
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (43,9 mhl) e um grande
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            aumento de mais de 11% na Espanha
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (37,5 mhl). 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Estes três países juntos representam
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            49% da produção mundial de vinho e 81% do total de produção de vinho na EU
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , embora de valores ligeiramente inferiores à média dos últimos 5 anos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Este é o resultado da combinação de condições climáticas globais favoráveis durante a primavera e o verão, e da aplicação de medidas de regulação. A Organização do Mercado Comum da EU fornece subsídios para regular volumes, tais como apoio à vindima em verde. Além disso, em certas regiões italianas, francesas e espanholas, os produtores decidiram-se por ajustar os volumes de vinificação para níveis inferiores aos de 2019 devido à queda no mercado mundial do vinho. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Noutros grandes países da EU houve aumento de produção de vinho, caso da
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Alemanha
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (8,9 Mhl, +8%/2019),
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Hungria
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (2,9 Mhl, +22%/2019) e
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Áustria
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (2,7 Mhl, +10%/2019). Nestes países os níveis de produção estão em linha ou mesmo acima da média dos últimos 5 anos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Portugal,
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           com 6,5 Mhl em 2020, está
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            em linha com a sua produção de 2019 e com a sua última média de 5 anos
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           . A
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Roménia
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (3,6 Mhl) e
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Grécia
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (2 Mhl) apresentam uma alteração negativa em relação a 2019 (-7% e -2%, respetivamente) e à média seus últimos cinco anos (-12% e -17%, respetivamente)
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Fora da Comunidade Europeia
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           No Hemisfério Norte fora da UE, a produção de vinho em 2020 é
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            elevada em países como a Rússia
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (4,7 Mhl, +2%/2019) e
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Ucrânia
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (1,0 Mhl, +1%/2019), enquanto
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Geórgia e Moldávia
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (passando por secas)
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            registam contração
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           na produção com 1,7 Mhl (-3%/2019) e 1,2 Mhl (-18%/2019), respetivamente.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Já a
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Suíça
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           (0,9 Mhl) assinala uma quebra em relação a 2019 (-10%/2019), mas também 8% menos em relação à média dos últimos cinco anos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Nos
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            EUA,
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           a estimativa preliminar para a produção de vinho está em 24,7 Mhl (+1%/2019). Mas a informação poderá ser revista quando se souber dos verdadeiros efeitos dos incêndios em Napa e Sonoma, em que as
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            complicações relacionadas com o  smoke taint podem impedir que parte das uvas não seja vinificada
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           . Além disso, a questão do excesso de oferta que caracterizou os últimos anos, pode também desempenhar um papel nas decisões de produção de vinho.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Hemisfério Sul 
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           No hemisfério sul, onde as vindimas terminaram no primeiro trimestre de 2020, os valores tendem a ser mais precisos e confiáveis à data deste relatório. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Registou-se uma forte queda nos volumes de produção entre os principais países produtores, com algumas exceções. Apesar da pandemia ocorrer durante a época de vindima, não pareceu ter tido grande impacto nos volumes de produção.
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            As condições climáticas desfavoráveis, essas sim, tiveram impacto significativo
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           . A estimativa de produção para 2020 é 49 Mhl, que sinaliza quebra de 8% em relação a 2019.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           América do Sul é a região do Hemisfério Sul que regista uma diminuição mais acentuada, comparando com 2019.  A
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Argentina
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           com uma produção de 10,8 Mhl em 2020,
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            foi a mais penalizada
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , (-17%) devido às condições meteorológicas desfavoráveis causadas pelo El Niño. O
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Chile
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           surge logo a seguir, que
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            devido á seca recuou
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           13%, registando uma produção de 10,3 Mhl. Ambos países (Argentina e Chile) inscrevem um declínio de 13% e 10% respetivamente, em relação à média dos últimos cinco anos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Brasil
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           com um volume de produção estimado em 2,2 Mhl, mantém-se em linha com 2019, mas 15% abaixo da sua média de 5 anos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Já a
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            África do Sul
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           que sofreu com a seca em 2018 e 2019, em 2020 viu a produção retornar a alguma normalidade com a estimativa de produção em 10,4 Mhl.  
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Na Oceania, a
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Austrália regista forte quebra na produção
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           em 2020, para o volume de 10,6 Mhl (-11% em relação a 2019 e -16% em relação à média dos últimos cinco anos). Isso pode ser explicado em parte por uma combinação de fatores que diminuíram o volume de produção:
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            a seca, os incêndios que ocorreram durante a época de vindima, e algumas das uvas foram particularmente afetadas pelo smoke taint. 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Na
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Nova Zelândia
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , mostra uma tendência oposta em relação à Austrália e
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            pela quarta vez na sua história produz mais de 3 Mhl
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , precisamente 3,3 Mhl em 2020 (+11%/2019 e +15% em relação à média dos últimos cinco anos).
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Abreviaturas usadas:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mhl: milhões de hectolitros
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte: OIV
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/photo-1472352327492-9765783b74e1.jpg" length="85149" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 01 Nov 2020 18:46:01 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.manuelmoreira.net/producao-mundial-de-vinho-em-2020</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/32bb2992/dms3rep/multi/photo-1472352327492-9765783b74e1.jpg">
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Global Wine Consumer Trends na era Covid-19</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/global-wine-consumer-trends-na-era-covid-19</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         Aumento da frequência do consumo de vinho, com o consumo em casa mais do que compensar a perda nas ocasiões de consumo on-premise (locais de consumo, restaurantes)
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Consumidores mais envolvidos estimulam o crescimento do consumo de vinho, liderados pelo apreciador feminino, Gen X e os de enraizada relação com vinho. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ocasiões de consumo sem alimentos, sem acompanhar comida, impulsionam o crescimento de consumo de vinho originam oportunidade para o vinho migrar para ocasiões em que outras bebidas dominavam no passado. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Recuperação lenta no gasto médio por garrafa de vinho no off-premise (retalho) mas permanece abaixo dos níveis pré-pandemia na maioria dos mercados. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O e-commerce para o vinho atinge maioridade e está rapidamente a tornar-se uma nova e habitual forma de comprar vinho
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mudança para o vinho visto como uma escolha segura e "localismo", saindo vencedoras as marcas locais e as marcas mainstream 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os consumidores são cada vez mais cautelosos nos seus estilos de vida, com o confiante segmento hedonista a diminuir à medida que o ano de 2020 avança, e uma proporção crescente de 'Halters' e 'Redutores'.
          &#xD;
    &lt;a href="/"&gt;&#xD;
      
           https://www.thedrinksbusiness.com/2020/05/covid-creates-halters-hedonists-what-are-you/5/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Consumidores cada vez mais distantes do on-premise (locais de consumo, restaurantes), alterando os padrões de socialização
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mercado de consumo de vinho dos EUA volta a crescer à medida que a frequência de consumo de vinho cresceu fortemente nos EUA, impulsionada pelos Millennials
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 03 Oct 2020 00:06:04 GMT</pubDate>
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      <title>O álcool do vinho!</title>
      <link>https://www.manuelmoreira.net/o-alcool-do-vinho</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Prefiro destacar a qualidade do que o teor alcoólico do vinho!
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1510812431401-41d2bd2722f3.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A respeito do vinho, surgem clichês que por se repetirem tanto parecem “quase” verdades, soam a profunda reflexão. O mais recente é a atual expressão “os vinhos estão cada vez mais alcoólicos!” ou “os vinhos têm cada vez mais álcool!”, e somente os de álcool mais baixo é que são bons! 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           De facto, sempre coabitaram os vinhos de teor alcoólico mais elevado, junto com os de teor alcoólico mais baixo. Durante décadas, mesmo no século XX, em Portugal, os vinhos de mais “grau” eram sinónimo de qualidade. E de preferência, se possível, de muita produção. Os menos alcoólicos eram vistos como sendo de menor qualidade. Eram “verdes”, eram magros ou verdascos. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Já os que melhor envelheciam, em geral, eram os vinhos que tinham um pouco mais de álcool. Afinal, o álcool é um conservante. Do mesmo modo há exemplos de vinhos com menos teor alcoólico que envelhecem maravilhosamente. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Várias castas foram quase abandonadas, por não amadurecerem o suficiente, ou seja, por darem pouco álcool. Ou por darem pouco cor, quando o “gosto”, a moda, eram os vinhos de muita cor. Hoje, ter pouca cor, volta a ser bom, volta a ser moda, dizem. Conclusão, sempre existiram os dois perfis de vinhos.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Dizem, que vinho com teor alcoólico mais baixo se pode beber mais, e não ficar tão embriagado. Eu acredito que quem beber uma garrafa de vinho com 75 cl de capacidade, com um teor alcoólico de 11,5%, já está não está em condições para conduzir ou dirigir. Acho até irresponsável se sugerir que se pode beber mais por o vinho ter menos “grau”.  Não me parece que essa ideia possa encaixar no equilíbrio proclamado pelo “Wine in Moderation”. Cada um sabe de si. Mas pode prejudicar outros!
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Eu acredito é em vinho bom! Vinho equilibrado! Seja com mais ou com menos álcool! Existem exemplos maravilhosos de ambos por todo o mundo.  
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por essa razão, vários produtores de vinho oferecem ambos os estilos, para responder aos dois gostos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           Cada tipo de vinho tem o seu lugar, o seu momento de consumo. Felizmente para nós existe essa diversidade. 
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O tema "teor alcoólico" do vinho não é tabu ou absoluto É bem mais interessante o seu storytelling que o tema  do álcool. Cada vinho é apreciado pelo que tem e desfrutado pelo que é. O que seria do meu “querido” Vinho do Porto, Vinho da Madeira, e outros maravilhosos vinhos de 20% de álcool.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
           O “cliché”, a moda e o bom gosto devia ser …o equilíbrio.
          &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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      <pubDate>Tue, 29 Sep 2020 23:16:13 GMT</pubDate>
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